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Comércio eletrônico impulsiona mercado de galpões

  • Artigo publicado em: 14 de abril de 2014
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Em 2013, as expectativas de vendas globais do varejo on-line chegaram a US$ 1,2 trilhão. Atualmente, 39% da população mundial têm acesso à internet e as vendas on-line, que já correspondem a 4% do total das vendas do comércio varejista, crescem em ritmo acelerado.

Essa nova dinâmica de consumo motiva, cada vez mais, as empresas do setor a traçarem estratégias logísticas para distribuir essas encomendas de forma mais ágil. Nos países desenvolvidos já existe a possibilidade de escolha, por parte do cliente, da maneira mais conveniente para entrega. Nos Estados Unidos, cerca de 30% da demanda de grandes galpões industriais estão relacionados ao comércio eletrônico. Isso porque os varejistas têm aberto grandes centros de atendimento de pedidos oriundos do e-commerce em locais próximos aos principais mercados, além de investir em armazéns de médio porte em mercados secundários, operados por provedores de logística terceirizados. Já no Reino Unido, o “clique e retire” é a opção preferida dos consumidores do mundo virtual seduzidos pela conveniência da retirada da mercadoria em vez da entrega domiciliar.

Por essa razão, a expectativa é que nos próximos cinco anos o setor imobiliário se transforme em um mecanismo essencial na satisfação do cliente. O próximo passo é a melhoria orgânica das necessidades da área das devoluções.

Nos mercados emergentes as soluções se dão de formas diferenciadas. Na China, grandes empresas de comércio eletrônico se dedicam a instalação de centros de distribuição em mercados de varejo emergentes nas regiões interioranas. Já no Brasil, desde 2011, cresce a demanda por armazéns e galpões com escritórios particularmente em São Paulo, principal centro logístico do país.

Fonte: JLL

Diferencial

  • Artigo publicado em: 7 de abril de 2014
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Inovações e melhorias técnicas em galpões fizeram com que o mercado de condomínios industriais passasse por mudanças significativas nos últimos anos. Atualmente, as empresas se tornaram mais exigentes e os condomínios precisam cumprir alguns requisitos relativos à segurança, às dimensões e outras facilidades, para atender às necessidades de armazenagem e carga e descarga de produtos de forma adequada. Essas exigências valorizam o espaço e são um diferencial.

Por isso, na hora de fechar um negócio é importante ficar atento aos detalhes do empreendimento, como pé-direito; capacidade de resistência do piso; quantidade de docas; cross-docking (docas em pelo menos duas laterais do galpão); pátio de manobras; estacionamento para caminhões; e sprinklers.

Para se ter uma ideia, anteriormente, os galpões tinham pé-direito entre 6 e 8 metros, mas com aumento da demanda e exigências dos ocupantes, esse patamar aumentou e a maioria dos empreendimentos atuais possuem mais de 9 metros, chegando até 14 metros. Os especialistas do segmento consideram condomínios Classe A aqueles desenvolvidos com pé-direito livre entre 11 e 12 metros. É o caso do Condomínio Logístico Armazém 5, da DCL Real Estate, em Pinhais, que possui pé-direito livre de 12,50 m.

Mercado de condomínios logísticos

  • Artigo publicado em: 1 de abril de 2014
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Segundo pesquisa da Colliers International Brasil, referente ao quarto trimestre de 2013, o mercado nacional de condomínios logísticos de alto padrão encerrou o período com crescimento de 27% no inventário existente em relação ao ano anterior, com 8,06 milhões de m². Quando comparado a 2010, este aumento foi de 119%. A região Sudeste representa a maior fatia do inventário com 6,454 milhões de m², seguida por Nordeste (715 mil m²), Sul (624 mil m²), Norte (193 mil m²) e Centro Oeste (80 mil m²).

Devido à grande quantidade de entregas durante o ano, a taxa de disponibilidade dos condomínios industriais também apresentou aumento em relação ao ano anterior, fechando em 17,67% ante 13,30%. Em relação ao terceiro trimestre de 2013, a variação foi pequena, com elevação de 0,26%.

A absorção líquida, que mede a quantidade de m² alugados menos os devolvidos, encerrou o ano em 1.10 milhões e apresentou crescimento de 27% em relação ao ano anterior, acompanhando o crescimento do inventário na mesma proporção.

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