Galpões Logísticos em crescimento

Galpões logísticos registram recorde de construção

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Categorias: Built To Suit, DCL, Galpões logísticos, Real Estate

No 4º trimestre de 2021 no Brasil foram construídos mais de 1 milhão de m² de galpões logísticos. O setor logístico nunca viveu um momento tão intenso, positivo e de enorme crescimento como nos últimos anos. Com o aumento das compras on-line impulsionando o e-commerce, galpões logísticos tiveram em 2020 e 2021 os seus picos de construção e entrega. Dados de uma pesquisa feita com exclusividade para a CNN Brasil comprovam esse fenômeno vivido pelo setor logístico. Segundo a Buildings, maior empresa brasileira especializada em pesquisa imobiliária corporativa, o 4º trimestre de 2021 registrou mais de 1 milhão de m² de construção de galpões logísticos, um verdadeiro recorde para o setor. Anteriormente, um volume tão grande como esse havia sido construído há seis anos: 1º trimestre de 2016, com 795 mil m². Neste ano, já estão em construção cerca de 4 milhões de m². Crescimento no Setor Logístico “A construção de um galpão é rápida, diferente de um edifício de escritórios, por exemplo, que pode demorar de 3 a 4 anos. Como um galpão pode ser construído em 6 meses, muitos projetos que saíram do papel acabaram chegando logo ao mercado e por isso a gente vê esse volume”, explicou o Fernando Didziakas, sócio diretor da Buildings. As novas construções se concentram principalmente na região Sudeste, especialmente em São Paulo. No ano passado foram mais de 830 mil m², apenas no 4º trimestre. Ainda em relação aos dados da pesquisa, o Sul apresenta números surpreendentes: o Paraná em 4º lugar, Rio Grande do Sul em 6º e Santa Catarina aparecendo em 7º, ficando atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Agora, a expectativa é que a demanda continue a crescer e alcance outras regiões do Brasil. E nós, da DCL Real Estate, estamos prontos e motivados para atender essa demanda do mercado. Conheça os nossos armazéns, acesse:  https://dclrealestate.com.br/locacao/galpao-modular-armazem-5/]]>

Atacarejo segue sua rota de expansão

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Categorias: Varejo

Setor tem ano positivo e projeta novo ciclo de crescimento para 2022   Além do controle de despesas e otimização dos custos, aspectos que esses mercados estão focados, o modelo atacarejo está atraindo cada vez mais a atenção do público em geral. Afinal, nessas redes, o consumidor consegue realizar compras maiores. E, ao mesmo tempo, ser beneficiado por preços unitários mais baixos. Ajudando assim, a manter o orçamento sob controle. Em 2021, dois importantes fatores influenciaram a dinâmica do varejo. O primeiro deles foi a volta gradativa dos brasileiros às ruas. Isso, devido à desaceleração dos números da pandemia. Este evento, consequentemente, aqueceu o consumo fora do lar, depois de um 2020 em que ele ficou concentrado dentro dos domicílios. O outro fator está relacionado à situação econômica do país, que viu sua inflação avançar e afetar a renda das famílias. Neste campo, soma-se um primeiro trimestre sem o fornecimento do auxílio emergencial e o desemprego, que embora tenha diminuído, segue em nível elevado. “Por isso, o que vimos foi um consumidor mais cauteloso, buscando a relação entre custo e benefício e muito atento a promoções”, resume o líder de Desenvolvimento de Negócios da NielsenIQ, Daniel Asp Souza.  Diante desse cenário e considerando as vendas em valor, o atacarejo foi o canal do varejo alimentar com o melhor desempenho, favorecido pelo preço e pelo aumento nas compras de abastecimento em 2021. As vendas do segmento saltaram 15,8%, sendo que o grande destaque de faturamento são as regiões do sudeste e centro-oeste. Além disso, no ano de 2021, houve muitas inaugurações de lojas no formato de atacarejo com avanço para o interior dos estados, com redes. Inclusive, chegando a cidades com 60 mil habitantes, o que não acontecia até pouco tempo atrás.

Previsões para o atacarejo em 2022

De acordo com a Pesquisa Tendências 2022, realizada pela ABRAS, o empresário supermercadista está confiante em aumento de receita para este ano. Inclusive, uma parcela significativa prevê aumento de dois dígitos dos seus negócios. Naturalmente, o varejo seguirá lidando com os reflexos de 2021 no campo econômico e ainda terá de lidar com as incertezas do mercado interno. Por isso, acredita-se que 2022 será um ano bastante desafiador. A instabilidade política, por ser um ano eleitoral, e as expectativas de inflação para o período são pontos de atenção. Outro ponto a destacar é que a expansão das redes supermercadistas pelo país entre 2020 e 2021 gerou maior competitividade entre os mercados e o centro da atenção, daqui em diante, deverá ser o cliente. Com mais opções de locais de compras, serão destaque aqueles que focarem na experiência dos seus clientes. Além de preço adequado à realidade do mercado, existem outros fatores que merecem atenção:
  • O mix adequado ao perfil das áreas de influência;
  • Baixos níveis de ruptura;
  • Melhores formas de atendimento e relacionamento com o cliente.
Bem como saber o que e quando ofertar seus produtos. Esses serão fatores fundamentais para o varejista se diferenciar da concorrência. Sobre as movimentações em torno do atacarejo, existe a certeza de que 2022 será de muita ação, aprendizados e conquistas. Esse sem dúvida é um dos setores mais organizados, responsável por uma notável e expressiva parcela do PIB brasileiro. Por isso, acredita-se que mesmo em meio a todos os desafios, este será um grande ano para o setor. Afinal, o atacado/atacarejo ainda tem muito a crescer no país.]]>

home office, pandemia e os novos hábitos de consumo no varejo

Home office e as transformações no perfil de consumo

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Categorias: Notícias, Varejo

A pandemia do novo coronavírus trouxe diversas transformações para o mercado de trabalho, entre elas, o modelo home office. E essa tendência chegou para ficar. Cada dia mais iremos nos deparar com empresas que oferecem essa possibilidade aos seus colaboradores e, por vezes, colaboradores que procuram por trabalho remoto.  Contudo, a adoção desse novo modo de trabalho impactou também outras áreas. Confira a seguir.

O home office e seus impactos

Esse novo modelo de trabalho impactou, e continua impactando, o varejo e todas as características que o cercam. Por exemplo, a aceleração da era digital. Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira do Varejo e Consumo (SBVC) indica que, no ano de 2019, o crescimento de varejistas que apostaram na transformação digital dentro das empresas foi de 21%. Em 2020, 42% dos entrevistados acreditavam que a transformação digital era prioridade na empresa, já no ano de 2021 o número subiu para 53%. Ainda sobre o assunto, para as empresas do varejo, os investimentos em ferramentas utilizadas para a contribuição na transformação digital nas lojas físicas têm se tornado essenciais.Isso porque, melhoram a experiência do consumidor e ajudam na sua tomada de decisão. Em resumo, esses investimentos em transformação digital resultam no aumento do faturamento em vendas e do engajamento do consumidor, principalmente, em canais digitais. E não para por aí! O home office traz com ele também mudanças na geografia do consumo, mudança essa que afeta progressivamente o varejo. A lógica aqui é a seguinte: se as pessoas ficam mais em casa, elas utilizam o comércio e os serviços do bairro. Mas, na prática, como isso ocorre? Acompanhamos, entre outros pontos, o aumento do surgimento das “dark stores“, que são lojas onde o cliente tem a liberdade de comprar on-line e apenas ir à loja para retirar os seus produtos. Os investimentos cada vez maiores em automação visam não só a eficiência, mas também aparecem como estratégia para driblar a falta de mão de obra disponível.

O foco na experiência do cliente

Um aspecto citado pelo futurista digital Brian Solis é que a pandemia fez nascer a “geração N” (Generation-Novel), formada por pessoas mais digitais, de todas as idades. Também mais narcisistas nas suas expectativas e demandas on-line. Solis acredita que: “A personalização não é mais o suficiente, é preciso surpreender para não ser esquecido”.  Para conquistar as pessoas, é preciso promover experiências memoráveis! Atualmente temos muitas opções no digital, por isso a fidelidade a marcas é posta em xeque a todo momento. Neste contexto, as lojas com autonomia digital ganham novos papéis:
  • Agregam serviços;
  • Tornam-se solucionadoras de problemas;
  • Conduzem e geram dados comportamentais;
  • Atuam como parte de uma cadeia híbrida funcional e bem-organizada.
Dessa forma, há muito a aprender com ecossistemas de negócios como o Mercado Livre, Amazon, Magazine Luiza, que com alta tecnologia vêm aprimorando as experiências de compra. Outro elemento essencial desta nova ordem do varejo mundial é o foco no ESG. Termo que entrou de maneira consistente na agenda das empresas. O ESG é usado para se referir a práticas empresariais e de investimento que se preocupam com critérios de sustentabilidade, e não apenas com o lucro. Não por acaso, o CEO da IKEA nos Estados Unidos, Javier Quiñones, é também Chief Sustainability Officer, colocando a estratégia ESG no centro estratégico do negócio. Movimento semelhante ocorre em muitas companhias, dando a líderes funções adicionais que precisam ser incorporadas top down na cultura organizacional.  Por fim, vemos que todas essas transformações não irão parar. Muito pelo contrário, elas serão cada vez mais constantes. Então, cabe aos líderes estarem atentos e focados no propósito de suas empresas. Assim, será possível atuar de maneira ainda mais estratégica no mercado varejista.]]>

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