O Mercado Livre, maior portal de comércio eletrônico da América Latina, registrou resultados surpreendentes no terceiro trimestre de 2021. A receita líquida atingiu a marca de US$1,9 bilhão. O que representa um aumento de 66,5% em dólar e de 72,9% em moeda constante em relação ao mesmo período de 2020. Somente no Brasil, que representa 57% das receitas totais, o aumento foi de incríveis 69%. Acompanhando esses resultados, o lucro bruto teve alta de 43,4% e atingiu US$806,6 milhões. Isso, entre julho e setembro deste ano. Já o lucro líquido foi de US$95,2 milhões, o que corresponde ao valor de US$1,92 por ação. O crescimento expressivo já vinha sendo observado ao longo de 2021. No segundo semestre do ano, o marketplace havia alcançado receita líquida de US$1,7 bilhão, correspondendo a lucro de US$138,8 milhões.
Mudanças estratégicas do Magalu em 2021
Maior rede varejista do Brasil. Operações de e-commerce gigantescas. E, além de tudo isso, lucro bilionário. Mas, para quem não conhece a história do Magazine Luiza, as conquistas da marca poderiam limitar-se somente a números. Porém, o Magalu – como agora é chamado após o seu novo posicionamento de marca – vai muito além da venda de eletrodomésticos e celulares em lojas físicas e virtuais. É um exemplo de inovação, empreendedorismo e cidadania.
“Inovação não é tecnologia, é cultura”: marca própria de roupa Magalu
É com essa frase que Silvia Machado, diretora executiva de Moda e Beleza no Magazine Luiza, define a cultura organizacional da rede varejista ao comentar sobre o lançamento da nova marca de roupas da rede varejista. “Os últimos dois anos nos forçaram a inovar de uma forma que nunca tínhamos feito antes. E é importante dizer: inovação não é tecnologia, é cultura. É também como você faz gestão, é uma nova forma de trabalho. Quando passamos por momentos de crise, a necessidade de reinvenção é maior”, explicou à revista Marie Claire. Chamada de Vista Magalu, a primeira marca de roupas do Magalu tem foco em diversidade e inovação. Aliás, o manifesto da marca foi desenvolvido pelos participantes do projeto de trainee do Magazine Luiza, composto integralmente por pessoas negras. Nesse sentido, as peças têm uma grande preocupação em trazer moda e estilo para todos os tipos e formatos de corpos. Inclusive, as coleções englobarão desde o tamanho PP ao plus size, todas com o mesmo preço.Melhor empresa para se trabalhar, segundo o Instituto GPTW
Mas, não basta se preocupar com diversidade e inovação, é preciso respeito aos colaboradores. No Magalu, essa máxima é uma realidade. A empresa ficou em primeiro lugar no ranking Melhores Lugares para Trabalhar. Elaborado pelo instituto Great Place to Work (GPTW), o ranking avaliou mais de quatro mil empresas que operam no Brasil. Durante o processo de avaliação, que leva vários meses, são aplicados questionários entre os colaboradores para entender questões como remuneração, benefícios e transparência. Segundo o ranking, 92% dos colaboradores do Magazine Luiza afirmaram que a empresa é um ótimo local para se trabalhar. Já a média do mercado é de 70%.Programa Trainee Magalu exclusivo para negros continua em 2022
Alvo de polêmicas, mas também muito reconhecimento, o Programa Trainee Magalu retorna em 2022. O diferencial da iniciativa é que ela é 100% voltada para pessoas negras e pardas. O objetivo, segundo a rede varejista, é formar lideranças negras que possam atuar em diversas áreas. Continue conhecendo mais sobre a história e conquistas de outros gigantes do varejo em nosso blog!]]>Varejo pós-pandemia: retomada deve ser equilibrada
Após registrar o pior trimestre da história no período de abril a junho de 2020, a retomada do varejo pós-pandemia deve ser mais equilibrada. A expectativa é que a reabertura dos grandes centros comerciais alterem o comportamento de consumo das famílias, que até então estavam focadas em alimentação, produtos de higiene e materiais de construção. Nesse sentido, A FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) espera que ocorra uma maior procura de itens de vestuário e veículos. Então, baseado nisso, o crescimento projetado para o varejo é de 10% este ano. Ou seja, uma boa retomada após o 1,9% registrado no ano passado.






