varejo em 2026

5 tendências para o varejo em 2026: o que muda para lojas físicas e centros comerciais

Em 2026, o varejo será marcado por um conjunto de tendências que, além disso, vão muito além da inovação tecnológica. Nesse sentido, o setor passa a entrar em uma nova fase, na qual, por um lado, a eficiência operacional e, por outro, a integração entre canais, a personalização da experiência e o uso intensivo de dados passam a fazer parte do cotidiano das lojas físicas. Assim, dessa forma, como consequência, essa evolução muda a maneira pela qual os centros comerciais de vizinhança são projetados, ocupados e utilizados pelas marcas.

Confira as cinco tendências que vão transformar o varejo em 2026, e como elas influenciam decisões comerciais e imobiliárias.

1. Inteligência artificial no centro da operação do varejo em 2026

No contexto do varejo em 2026, as lojas físicas integram a Inteligência Artificial (IA) cada vez mais ao seu cotidiano operacional. Além disso, os varejistas utilizam a IA não apenas para automatizar tarefas ou gerar relatórios, mas também para otimizar a gestão de estoque. Dessa forma, as empresas passam a prever padrões de consumo com base no comportamento de compra dos clientes. Por fim, como resultado, as marcas aplicam a IA para automatizar o atendimento ao cliente em etapas operacionais específicas, como consultas de produtos, indicação de ofertas e soluções de autoatendimento.

Esse avanço tecnológico permite aumentar a assertividade de decisões de curto prazo, melhorar o giro de produtos e facilitar o controle de indicadores-chave do ponto de venda. 

Quais são os impactos para os centros comerciais?

Para os centros comerciais, esse movimento exige uma infraestrutura mais preparada para receber lojistas que demandam conectividade estável, suporte técnico adequado e maior flexibilidade de layout para integrar recursos digitais às suas operações presenciais. Em outras palavras, a IA não substitui a loja física, ela transforma a forma como essa loja funciona e se conecta ao consumidor.

2. Varejo em 2026 exige decisões em tempo real, baseadas em dados

A digitalização do varejo físico torna a inteligência em tempo real um diferencial decisivo para 2026. Com o uso crescente de sensores, plataformas integradas e ferramentas de gestão conectadas, os operadores conseguem monitorar indicadores-chave do ponto de venda à medida que eles acontecem, como fluxo de pessoas, taxa de permanência, zonas mais acessadas e variações no comportamento de compra.

Essas informações permitem ajustes rápidos na operação e com isso, a tomada de decisão se torna mais ágil.

Avanço que exige um novo olhar sobre o ativo

Para o setor imobiliário comercial, localizações estratégicas deixam de ser apenas geográficas e passam a ser também digitais: centros comerciais que geram dados, que permitem análise de desempenho em tempo real e que oferecem suporte à inovação operacional se tornam mais competitivos.

Além disso, o varejo em 2026 valoriza ambientes capazes de dialogar com soluções de geolocalização e analytics externos, o que reforça a importância da inteligência territorial na escolha de onde implantar ou expandir uma operação. 

A proximidade com polos geradores de tráfego, facilidade de acesso e densidade populacional permanecem relevantes, mas agora são avaliados também sob o prisma da capacidade de gerar dados acionáveis.

3. Omnicanalidade como base da experiência integrada

No varejo em 2026, a omnicanalidade deixa de ser um diferencial e passa a ser uma premissa básica para marcas que desejam manter competitividade. O consumidor não diferencia mais o que é digital ou físico, ele apenas espera que tudo esteja conectado, acessível e funcional. Isso exige uma estrutura que integre sistemas de estoque, logística reversa, canais de atendimento e meios de pagamento em tempo real.

Para centros comerciais, o reflexo dessa tendência é claro: cresce a demanda por espaços adaptáveis a operações híbridas, com áreas de retirada (pick-up points), lockers inteligentes e zonas de apoio para entregas rápidas. 

4. Eficiência operacional ganha protagonismo no varejo em 2026

Com margens mais apertadas e aumento dos custos logísticos e operacionais, a eficiência se torna um pilar estratégico no varejo em 2026. Lojas passam a adotar soluções que otimizam tempo e recursos, como self-checkouts, sensores de consumo energético, integração com ERPs e tecnologias que automatizam processos repetitivos.

Para centros comerciais, isso se traduz em uma nova exigência de infraestrutura: imóveis mais modernos, energeticamente eficientes e capazes de reduzir o custo fixo de ocupação para os operadores.

5. Humanização da experiência e conexão com o entorno

Apesar do avanço da tecnologia, o consumidor de 2026 valoriza marcas que oferecem atendimento empático, ambientes acolhedores e experiências com identidade local. O varejo de vizinhança, nesse contexto, ganha força como um espaço de conexão, não apenas de consumo.

No varejo em 2026, pontos comerciais que promovem conforto, serviço qualificado e relacionamento próximo com a comunidade local tendem a gerar maior frequência e engajamento. A curadoria do mix, o atendimento presencial e a ambientação tornam-se componentes centrais na construção da preferência do cliente.

O que o varejo em 2026 exige do setor imobiliário

O varejo em 2026 impõe novos parâmetros para o desenvolvimento e a ocupação de ativos comerciais. Mais do que localização, o mercado passa a exigir inteligência urbana, infraestrutura compatível com inovação e capacidade de adaptação às dinâmicas operacionais do varejo contemporâneo.

Para a DCL Real Estate, isso significa projetar empreendimentos que conectam estratégia, dados e contexto. A leitura de comportamento de consumo, mobilidade urbana e vocação local é o ponto de partida para desenvolver espaços que não apenas recebem operações, mas potencializam o desempenho.

Quer entender como preparar seu centro comercial para o varejo em 2026? Fale com os consultores da DCL Real Estate.