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Alerta: a revisão de sortimento precisa ser recorrente

Em um período marcado pelas incertezas, os hábitos dos consumidores mudaram de forma drástica do dia para a noite, foi preciso cozinhar mais em casa e aumentar as compras on-line. E justamente quando o avanço da vacinação e a volta das viagens e das refeições em restaurantes pareciam trazer esperança pelo fim da pandemia, o brasileiro passou a conviver com o aumento da inflação e a queda do poder de compra.

Sortimento de Gôndolas

A alta da inflação, aliada às mudanças com o fim da pandemia, trouxe mudanças no comportamento do shopper, tornando ainda mais necessária a necessidade de rever, de forma recorrente, os itens que serão expostos nas gôndolas de cada categoria. A revisão de sortimento é uma missão do varejo para bem atender e pode trazer vários benefícios para o negócio:

– Cria um ponto de venda mais atrativo;
– É uma forma de apoio às estratégias de exposição;
– Otimiza a gestão de estoques;
– Facilita as relações com fornecedores;
– É uma ferramenta para compras e negociações;
– Aumenta o tíquete médio da categoria;
– Melhora margens praticadas nas vendas.

Mas e quanto à execução? Como fazer a melhor revisão? Para isso, é preciso conhecer a fundo seu consumidor e a relação dele com os produtos que consome:

“Não existe uma regra definida de quanto em quanto tempo cada categoria precisa ser revista. No entanto, olhar os KPIs diariamente faz parte de uma excelente gestão de categorias pelo gerente da loja. De acordo com as vendas diárias, semanais e mensais, deve-se mensurar a necessidade de aumentar ou reduzir categorias, levando em conta a curva A, B, C de produtos”, explica Juam Rosa, consultor de varejo.

O objetivo é ajudar o cliente a encontrar o que procura de maneira rápida, já que ele tem ficado pouco tempo no ponto de venda, e oferecer com maior facilidade as categorias que ele mais tem procurado durante esse período. Confira alguns pontos em que você precisa estar atento na hora da revisão de sortimento:

– Valor da venda;
– Quantidade vendida;
– Margem de contribuição;
– Lucratividade individual de cada categoria, marca ou produto;
– Posicionamento frente ao mercado (competitividade);
– Giro do produto;
– Quantidade de marcas por categoria;
– Escalonamento de preços (produtos de entrada, intermediários ou de combate e líderes da categoria);
– Regras de negócios: condições de negociação e custos;
– Performance das ações de vendas;
– Planograma, layout e exposição;
– Estoques.

Acompanhar essas tendências interessa não apenas a grandes empresas, mas também aos pequenos comerciantes. A DCL Real Estate é uma aliada do varejo e está sempre preocupada em oferecer processos mais eficazes e seguros aos seus clientes/parceiros, com o objetivo de antecipar soluções inovadoras, pois assim todos os envolvidos saem ganhando em performance e melhoria nos resultados da empresa.

Venha conhecer a DCL e as oportunidades de negócio disponíveis em nosso portfólio: (41) 99235-9570 / (41) 99235-9540.

Live commerce é a tendência e supera e-commerce

Live commerce, como o nome sugere, é uma modalidade de vendas feita por meio de vídeos ao vivo. Tendência no varejo atual, o live commerce ganhou espaço durante a pandemia, atraindo mais o público de 25 a 44 anos de idade.

Segundo uma pesquisa feita pelo Grupo Bittencourt, consultoria especializada no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios e franquias, essa faixa etária representa mais de 44% do total de compradores do live commerce.

“Numa sessão de live commerce a atenção do consumidor está direcionada para o conteúdo apresentado. É uma entrega completa de experiência e relacionamento com conexão real e instantânea com os consumidores”, explicou Lyana Bittencourt, CEO do Grupo Bittencourt.

Com essa modalidade de vendas, é possível transmitir a experiência das lojas físicas para o digital. Sabemos que, sem humanização, as pessoas não terão conexão e, consequentemente, não chegaremos ao objetivo final: vendas. Mas com o live commerce isso se torna totalmente possível, conseguindo assim resolver um dos maiores problemas atuais do varejo que se resume em proporcionar ao cliente a humanização e experiência do universo físico para o digital.

Lyana também destaca as diversas facilidades e funcionalidades desse modelo, como permitir que o cliente compre os produtos na mesma tela em que assiste à live, o check-out descomplicado e todo o conteúdo único da transmissão.

“As marcas costumam fazer ofertas exclusivas para a live, ou seja, além de tudo, o consumidor tem o senso de urgência e da escassez da oferta, o que acaba resultando em vendas”, completou Lyana.

As lives commerces impactam ainda mais essa geração que já transita pelos mais diferentes canais de vendas de forma completamente natural, fluida e compra de acordo com a sua necessidade e conveniência. Além disso, esse público tende a dar preferência para marcas que valorizam o relacionamento, a conexão com o consumidor e que também oferecem uma proposta de valor mais ampla, o que encontramos em uma live commerce.

Apesar de recente, esse novo modelo já apresenta resultados que comprovam sua eficácia, principalmente se comparado com métricas do e-commerce tradicional. Ainda segundo o Grupo Bittencourt, a taxa de conversão do live commerce é de 16%, enquanto a do e-commerce tradicional é de 2%.

Sendo assim, temos cada vez mais a confirmação de que é preciso nos adaptarmos ao universo digital. Empresas de grande, médio e pequeno porte precisam se manter atentas às inovações e tirar o que elas tem de melhor a oferecer ao seu negócio. De qualquer lugar a live commerce nos possibilita continuar a vender, basta uma câmera, internet e a vontade de vender os seus produtos. Líderes, estejam focados no propósito do seu negócio, para que seja possível uma atuação cada vez mais estratégica no mercado.

Quando o assunto é live commerce ou o e-commerce tradicional, a entrega rápida é pré-requisito para o seu sucesso digital. Pensando nisso, temos uma excelente solução: a D-ESPAÇO Self Storage, uma das nossas unidades de negócios, localizada de forma estratégica, próxima a rodovias que ligam a diferentes pontos de Curitiba e região metropolitana. Além disso, a D-ESPAÇO Self Storage oferece boxes de diferentes tamanhos, acesso 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive nos feriados, com segurança e privacidade. Conheça a D-ESPAÇO Self Storage e faça o negócio crescer ainda mais: (41) 99998 0113 ou acesse nossa landing page para mais informações.

Blockchain: tecnologia combate fraudes em processos logísticos

O blockchain é uma tecnologia que garante a segurança dos dados, evitando que sofram qualquer tipo de alteração. Como uma impressão digital, que permanece sempre a mesma. Atualmente, ela é bastante usada no setor financeiro (surgiu ligada às criptomoedas), trata-se de um sistema que impede qualquer tipo de fraude. O que pouca gente sabe é que as aplicações do blockchain vão muito além disso e estão sendo usadas para a emissão de certificados de compensação ambiental e contratos inteligentes, por exemplo.

A eureciclo, por exemplo, é a maior certificadora de logística reversa de embalagens do Brasil e utiliza o blockchain e a Inteligência Artificial desde 2019 para tornar os processos de reciclagem mais confiáveis e transparentes, beneficiando todos aqueles que fazem parte dessa cadeia.

A tecnologia é utilizada pela empresa com o objetivo de comprovar que as embalagens passam, de fato, por todo o ciclo e voltam para a indústria após recicladas. Além disso, impede que a mesma tonelada de material reciclada por uma cooperativa seja vendida mais de uma vez. Por meio desse sistema, a eureciclo conseguiu garantir, desde a sua fundação, a compensação de mais de 214 mil toneladas de resíduos pós-consumo e a remuneração de operadores e cooperativas ultrapassou R$11 milhões.

No Brasil, ainda existem bloqueios quando o assunto é blockchain devido ao pouco conhecimento sobre a tecnologia. Para Elcio Ferreira, CTO da eureciclo, um dos principais desafios para a implementação mais democrática da prática no setor de logística reversa de embalagens é: tanto o conhecimento dos benefícios que a tecnologia pode trazer em termos de segurança e confiabilidade das transações comerciais quanto disponibilidade de investimento na infraestrutura necessária para esta rede, seja por parte de operadores seja por outras entidades certificadoras, e mão de obra qualificada para o desenvolvimento e manutenção das integrações entre sistemas e as redes de blockchain.

Mas você pode estar se perguntando: afinal, como esse processo é validado? Para que essa certificação aconteça, a plataforma faz diversas verificações de segurança. Algoritmos complexos conferem a origem e o destino em toda cadeia, a capacidade dos operadores e a checagem de não duplicidade de massa nas declarações de notas fiscais, tornando as informações confiáveis e prontas para serem incluídas na eureciclo. “É a tecnologia que evita fraudes e garante que não há greenwashing”, afirma o CTO.

Por fim, podemos afirmar que a tecnologia que temos disponível hoje em dia deixa de ser uma simples ferramenta e passa a ser uma aliada dos processos logísticos. Unir inovações, plataformas e funcionalidades tecnológicas é permitir que diferentes áreas, como a da reciclagem, beneficiem-se e evoluam aos mais altos níveis de segurança. Aqui na DCL estamos sempre preocupados em oferecer processos mais eficazes e seguros aos nossos clientes/parceiros, com o objetivo de antecipar soluções inovadoras, pois assim todos os envolvidos saem ganhando em performance e melhoria nos resultados da empresa.
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