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Brasil lidera ranking de compras online com quase 90%

  • Artigo publicado em: 27 de setembro de 2021
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As compras online estão cada vez mais caindo no gosto do consumidor globalmente. Nesse sentido, os brasileiros se mostram grandes entusiastas neste setor.

Estudo realizado pelo IDC e encomendado pela Infobip, plataforma global de comunicação omnichannel, mostra que em média 82% das pessoas na América Latina compraram on-line desde o início da pandemia. O Brasil lidera o ranking, tendo 88% das pessoas comprando on-line atualmente. Entre os produtos mais adquiridos em 2020 estão:

  • 74,7%: moda, vestuário e calçados
  • 57,6%: alimentos e supermercados
  • 57,2%: eletrônicos e eletrodomésticos
  • 47,1%: cosméticos e perfumaria
  • 42,5%: farmácia e remédios
  • 37%: móveis e decoração
  • 13,4%: material de construção

Para o gerente de Pesquisas e Consultoria Empresarial do IDC, Luciano Ramos, o comércio varejista está vivendo em uma nova era de hábitos de compra.

E, este novo cenário, exigem respostas em tempo real, com interações mais contextuais e personalizadas que afetam as escolhas e a fidelidade dos clientes.

Inclusive, é justamente por isso que comunicação e suporte estão fazendo uma grande diferença na experiência do cliente.

Por que os consumidores voltam a fazer compras online?

A maior parte dos entrevistados (65%) afirma que voltou a fazer compras on-line devido a boa experiência, como navegação rápida e facilidade de uso. Além disso, o rastreamento de pedidos e a disponibilidade de produtos também são apontados como fatores relevantes.

Segundo a pesquisa, na percepção dos clientes, as melhorias estão relacionadas à usabilidade dos canais digitais e ao monitoramento de suas compras.

Leia também: Armazéns logísticos e a entrega mais rápida no e-commerce

Canal de comunicação e venda eficiente

O WhatsApp se consolidou como uma ferramenta de relacionamento com os clientes. Isso porque, os consumidores preferem os canais de comunicação mais populares e com os que estão mais familiarizados.

  • 42% dos varejistas utilizam o whatsapp para comunicar ofertas e sugestões de compra personalizadas
  • 53% dos usuários recebem informações sobre o status de sua compra no aplicativo.

Aumento na frequência de compras on-line

De acordo com o estudo, 28% das pessoas vão aumentar para 2 ou 3 vezes a frequência de suas compras on-line em comparação com a atualidade. Ou seja, mais de 1/4 das compras on-line são feitas em aplicativos de loja específicos ou lojas virtuais.  No entanto, apenas 13% usam as redes sociais para suas compras.

Projeta-se também que os clientes vão gastar 25% a mais em empresas que investiram em processos de transformação digital e, se adaptaram rapidamente ao novo contexto dos negócios.

Nós da DCL Real Estate acompanhamos constantemente as mudanças que fazem
diferença na experiência de compra do consumidor. Quando se diz respeito a um atendimento rápido, personalizado e com rapidez na entrega, vivemos em um momento cada vez mais exigente e competitivo.

 

Grupo Pão de Açúcar aumenta vendas com atacarejo

  • Artigo publicado em: 21 de setembro de 2021
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O Grupo Pão de Açúcar (GPA) apostou no atacarejo. E, agora, além de voltar a registrar crescimento, conseguiu atingir um ritmo superior ao Carrefour – o seu maior concorrente.

O aumento de vendas no GPA foi de 3,3% no terceiro trimestre, considerando somente as unidades abertas há mais de um ano. Enquanto isso, as vendas do Carrefour, nessa mesma modalidade, subiram 1,1%.

Esse crescimento no Grupo Pão de Açúcar se deve ao desempenho da rede de atacarejo Assaí – grupo varejista controlado pelo Casino. O Assaí foi impulsionado ao transformar lojas que eram hipermercados Extra em pontos de venda da rede de atacarejo.

Foram concluídas, no terceiro trimestre, quatro transições de Extra Hiper para Assaí. Nessas lojas, de acordo com a empresa, as vendas triplicaram na comparação com o que era observado no Extra. Ou seja, o resultado foi acima da estimativa do GPA. Inicialmente, a expectativa era de que as vendas aumentassem 2,5 vezes.

Dessa forma, as vendas do Assaí aumentaram a distância entre o GPA e o Carrefour durante o terceiro trimestre de 2021. Esse resultado foi alcançado depois de o Grupo Pão de Açúcar passar quase três anos com as vendas inferiores.

Expansão do Assaí

A rede atacadista Assaí irá inaugurar a sua terceira loja em Ribeirão Preto (SP). A cidade já tem duas lojas na zona leste. Essa nova unidade também ficará na zona leste, na Avenida Presidente Castelo Branco. Porém, a data da inauguração ainda não foi informada.

A loja terá aproximadamente 7 mil m², sendo a área total construída de 16 mil m². Com essa unidade, o grupo deve gerar cerca de 550 empregos diretos e indiretos. A rede tem hoje 189 lojas no país – 78 delas ficam no estado de São Paulo. Aproximadamente 51 mil pessoas trabalham no Assaí.

O atacarejo

O atacarejo é uma das áreas que mais crescem no Brasil. Trata-se de uma modalidade que integra as operações de atacado e varejo. Oferece preço baixo, apresenta alto volume de vendas, tem menos variedade e uma precificação diferenciada.

Essas são algumas das características desse tipo de abordagem, que atrai as famílias para as compras em atacado e também os pequenos negócios. Pois, oferta produtos em tamanhos maiores e com melhor custo-benefício. Além disso, como apresenta diversas categorias de produtos, possibilita que as compras sejam feitas somente em algum lugar – algo que virou costume graças à pandemia.

É por isso que a DCL acredita nesse segmento. Tanto que trabalhamos com atacarejo desde 2014 com o Maxxi Atacado, da bandeira do Grupo BIG. As lojas Maxxi têm um conceito diferenciado, elas oferecem aos pequenos comerciantes e empresários do varejo, além do consumidor final, a possibilidade de comprar produtos em grandes quantidades para consumo próprio ou revenda. Ficou interessado? Converse com a gente!

Armazéns logísticos e a entrega mais rápida no e-commerce

O e-commerce brasileiro vem crescendo cada vez mais a cada ano. E como consequência, as demandas aumentaram e os clientes se tornaram mais exigentes. E para conseguir atender bem os grandes marketplaces têm recorrido aos armazéns logísticos.

Para se ter uma ideia do crescimento, o estudo “E-commerce Quality Index 2020”, revelou que de 2019 para 2020, o salto foi de 70%. E para esse ano, as expectativas são ainda maiores, principalmente diante dos dados da Webshoppers, que revelam que 17% dos consumidores fizeram a primeira compra online este ano.

E essa digitalização do comércio fez com que os clientes começassem a exigir entregas muito mais rápidas. É o que mostra um estudo global sobre consumo online da PwC, onde  40% afirmaram que pagariam um valor extra pela entrega do produto no mesmo dia da compra.

E as estratégias para atender esse desejo dos consumidores são bem agressivas por parte das empresas. Diante desse cenário, o levantamento “The Global Payments Report 2021”, da Worldpay from FIS, prevê um crescimento astronômico do e-commerce brasileiro, que deve atingir faturamento de 314,8 bilhões de reais em 2024.

E a principal solução para otimizar os custos e a velocidade das entregas é por meio do aluguel de armazéns logísticos. E as grandes empresas já estão cientes disso.

Grandes varejistas alugam armazéns logísticos

Um bom exemplo disso é a Magalu, que no início do trimestre fez a maior contratação de armazéns logísticos em São Paulo, uma área de 21.500 metros quadrados na região de Jundiaí.

Outro grande marketplace que pretende utilizar armazéns logísticos como pontos de transferência de produtos é o Mercado Livre, cliente DCL que ocupa uma área do nosso portfólio. O planejamento feito pela empresa pretende elevar o número de galpões de última milha dos 80 atuais para 100 unidades.

O objetivo principal desse investimento é realizar a entrega em 2.100 cidades no prazo de 24 horas. Atualmente, a empresa realiza entregas no mesmo dia em 50 cidades diferentes.

E além de melhorar a experiência do cliente, essas ações também têm um grande impacto na economia. Nesse sentido, o Mercado Livre estima que até o final de 2021, contará com 16 mil empregados. Sendo que cerca de 9 mil serão destinados a esses postos avançados.

Entregas ultrarrápidas

As entregas em até 24 horas, representam hoje, cerca da metade das vendas realizadas no comércio eletrônico. E, segundo especialistas, essa nova tendência se originou de uma necessidade do próprio consumidor que agora busca por experiências similares a de delivery de comida.

De olho no potencial e no lucro que esse tipo de atendimento pode proporcionar, a Americanas anunciou recentemente, que tem planos para implantar ainda no segundo semestre deste ano, entregas de 30 minutos em algumas regiões.

A expectativa é de que essa entrega ultrarrápida chegue em até 100 cidades até o final do ano. Para alcançar esse objetivo, a empresa conta com 22 armazéns logísticos em 12 estados brasileiros. Que, aliados à plataforma Ame Flash, de delivery via moto ou carro, já consegue atender 750 cidades com entregas em até 2 horas.

Ou seja, a inclusão de armazéns logísticos espalhados por cidades e em pontos estratégicos, aponta um grande avanço das empresas varejistas, colocando-as como concorrentes de empresas consagradas no setor de delivery, como o iFood e a Rappi.

Que assim seja!

 

 

 

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