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Artigos marcados com a categoria: Real Estate

Condomínios logísticos crescem 30 ‘Maracanãs’ em 2021

Condomínios logísticos estão em alta e se tornaram uma ótima opção de investimento a quem deseja expandir suas operações. Nesse sentido, Giancarlo Nicastro, CEO da SiiLA Brasil, plataforma de dados, análises e network do mercado imobiliário comercial brasileiro, durante o FII Summit 2021, ofereceu algumas informações sobre o cenário.

“A taxa de vacância vem caindo trimestre a trimestre e, atualmente, está em 10%. Se você vai para o ABC [paulista], não há nenhum galpão vazio. Em Cajamar, 5% de taxa de vacância. O momento é de expansão das empresas e euforia no mercado logístico. O e-commerce é um grande tomador. As construções ficam locadas até antes de estarem prontas. Estão recuperando preço com demanda”, explicou o executivo.

Só para se ter uma ideia da evolução desse tipo de empreendimento, um levantamento exclusivo da plataforma revela que, somente no primeiro trimestre de 2021, o estoque de galpões logísticos do Brasil cresceu em quase 215 mil metros quadrados. Ou seja, o equivalente a 30 gramados do Maracanã. Aliás, o segmento vem sendo estimulado pela demanda aquecida do comércio eletrônico. Ademais, tal crescimento segue um incremento de 135 “Maracanãs” em 2020.

Por fim, ainda para este ano, a consultoria projeta uma expansão de 3 milhões de metros quadrados — ou mais de 400 “Maracanãs”.

Condomínios logísticos: faça parte desse jogo

Ainda que mais da metade dos galpões (em metragem) esteja em São Paulo, outras regiões experimentam o fenômeno. Um exemplo é a movimentação do Mercado Livre, parceiro da DCL Real Estate. A empresa ocupa, em Curitiba, o Armazém 1, imóvel de mais de 7 mil m² localizado a uma quadra da Linha Verde, a 10 minutos do centro da cidade e com fácil acesso às principais vias que ligam o município a outros estados.

Além disso, outras gigantes, como Magazine Luiza, que pretende aumentar o número de centros de distribuição no país, e Amazon, que, em novembro de 2020, anunciou a abertura de três novos locais do tipo (Minas Gerais, Distrito Federal e Rio Grande do Sul), ilustram o potencial da área.

Então, gostou das notícias e quer ampliar o alcance de seu negócio com uma parceria sólida, centrada nas suas necessidades? A DCL Real Estate possui diversas oportunidades para você. Conte com soluções personalizadas que consideram as melhores alternativas em custo x benefício para o que você precisa. Estamos à sua disposição.

Pesquisa revela perfil do investidor de imóveis brasileiro

Uma pesquisa realizada pela Brain Inteligência Estratégica, apresentada em 23 de março de 2021, revela qual é o perfil do investidor de imóveis brasileiro. De acordo com os dados de 6 mil participantes, mais da metade daqueles e daquelas que ainda não entraram no jogo (87%) têm interesse em apostar no setor no futuro (57%), especialmente no mercado imobiliário residencial. Além disso, 54% deste grupo pensa em gerar renda por meio da locação.

Enquanto 25% optariam por studios, 22% escolheriam imóveis com um quarto. Por sua vez, 33% dariam prioridade a espaços com dois quartos e 20% com três ou mais. Aliás, 36% esperam investir menos de R$ 200 mil; 28% de R$ 200 mil a R$ 299 mil; e 13% de R$ 300 mil a R$ 399 mil. Por fim, há quem pretenda dedicar valores mais altos, de R$ 400 mil a R$ 499 mil (6%) ou superiores a R$ 500 mil (17%).

Inclusive, não se pode deixar de citar, claro, o interesse no segmento comercial, foco de 18% dos entrevistados; 27% investiriam em ambos. Outros objetivos também entraram em pauta, como garantia de reserva de valor patrimonial (32%) e valorização do bem como garantia de renda futura (14%).

Eventualmente, tomada a decisão, é preciso pensar nas opções de contratação de financiamento. Sendo assim, 65% afirmam desejarem fazê-lo por meio de renda e 35% com pagamento à vista. Cerca de 1,250 milhão investem em fundos imobiliários. Neste caso, prestar atenção em aspectos que podem prejudicar a rentabilidade é essencial.

Investidor de imóveis: você não está sozinho!

Taxas, juros, impostos como o ITBI e índices de correção monetária como o INCC são considerados vilões do mercado imobiliário. Logo, mais do que analisar oportunidades, entender quais são os riscos evita surpresas muitas vezes desagradáveis – e a perda de dinheiro. Por exemplo, parcelas corrigidas pelo índice INCC acumularam somas de 9,37% em 2020, muito superiores às oferecidas pela Selic.

Por outro lado, é possível se deparar com reais oportunidades, que garantem ótimos retornos em locação ou revenda. Elas são proporcionadas por planejamento e aferição de taxas de retorno cuidadosos. Em resumo, o suporte de especialistas, como os da DCL Real Estate faz com que um sonho se torne realidade.

Mercado imobiliário e adaptação: uma grande lição

  • Artigo publicado em: 5 de fevereiro de 2021
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Uma ação básica para manter uma empresa competitiva e alinhada às demandas mercadológicas em constante evolução se tornou estratégia de sobrevivência: reinventar-se. A covid-19 alterou fundamentalmente os mecanismos corporativos de todos os setores. Isso ainda não se tornou assunto encerrado. Pode nem chegar a esse ponto nesta geração e nas que virão. Os aprendizados de um cenário imprevisível como os que estamos testemunhando devem ser lembrados para que os mesmos erros não se repitam tão cedo. Aqui, decidi fazer um recorte de uma área que, contra todas as perspectivas, se manteve resistente durante 2020 e cujas projeções são positivas para 2021. Estou falando do mercado imobiliário.

Dois fatores foram considerados os maiores responsáveis pelo posicionamento sólido do setor. Um deles foi a continuidade das obras, devido a medidas de segurança já adotadas por muitas das empresas. Isso facilitou a transição ao “novo normal”. Outro foi a queda de juros de financiamento, que permitiu o crescimento dos investimentos. Por exemplo, a taxa Selic chegou ao menor patamar histórico, 2%, possibilitando a entrada de muitas pessoas no mercado.

Falando de resultados, em comparação com o mesmo mês de 2019, lançamentos de imóveis no país em outubro do ano passado tiveram um crescimento de impressionantes 85%. Por sua vez, as vendas dispararam, com aumento de quase 70%. A valorização constante desses bens, inclusive, incentiva a concretização de novos negócios.

Entretanto, o que explica o caso de sucesso do mercado imobiliário? Principalmente em um momento no qual as visitas a unidades eram restritas? Em que e o contato com clientes potenciais teria sido, em tese, prejudicado? A tecnologia chegou para resolver essa situação.

Profissional do mercado imobiliário fazendo análises. Há cadernos sobre uma mesa preta e um notebook, no qual se vê a planta de uma contrução.

Mercado imobiliário na palma da mão

Primeiramente, pode-se citar que mesmo recursos simplificados já são capazes de dar conta do recado. Uma videochamada entre corretor e consumidor, por exemplo, revela que a praticidade de análises iniciais sempre esteve a nosso alcance, só era subutilizada. Troca de documentos e informações por e-mail, além de mensagens, enviadas por meio de aplicativos presentes em praticamente todos os celulares atuais, reduziram deslocamentos desnecessários. Isso gerou, além de segurança aos envolvidos, uma economia bem-vinda de tempo e dinheiro.

Ainda assim, grandes jogadores não se limitaram a essas abordagens. Incorporaram em suas rotinas recursos que, até um tempo atrás, pareciam desnecessários e que se provaram grandes aliados, como a realidade aumentada. Ela proporciona não apenas um passeio virtual – como se isso já não fosse digno de aplausos –, mas, também, o fornecimento de manuais personalizados. Conferir infraestruturas instaladas dentro das paredes de imóveis a distância virou uma, bem, realidade.

Ou seja, com essas novidades, tanto a prospecção ficou mais convidativa quanto o atendimento pós-venda se tornou otimizado. Aliadas ao acompanhamento de tendências, como o desejo de aquisição cada vez mais forte de imóveis personalizados que atendam às necessidades de home office e lazer, uma vez que nossas rotinas se mesclaram, em grande parte, aos cantos de nosso lar, perspectivas negativas perdem a vez.

Destaque de uma chave inserida em uma porta de madeira. Ao fundo, vegetação.

Por fim, trago uma reflexão: até que ponto estamos dispostos a abraçar as mudanças e entender que a adaptação faz parte de quem somos? Veja que, reinventando-se, um importante setor da sociedade se manteve firme e forte, não sem muita luta e suor. Talvez devamos fazer o mesmo para que, mais do que sobreviver, possamos, de fato, viver.

Por Francesco H. Martinenghi
Real Estate Manager | Head comercial e novos negócios

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