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Mercado imobiliário e adaptação: uma grande lição

Uma ação básica para manter uma empresa competitiva e alinhada às demandas mercadológicas em constante evolução se tornou estratégia de sobrevivência: reinventar-se. A covid-19 alterou fundamentalmente os mecanismos corporativos de todos os setores. Isso ainda não se tornou assunto encerrado. Pode nem chegar a esse ponto nesta geração e nas que virão. Os aprendizados de um cenário imprevisível como os que estamos testemunhando devem ser lembrados para que os mesmos erros não se repitam tão cedo. Aqui, decidi fazer um recorte de uma área que, contra todas as perspectivas, se manteve resistente durante 2020 e cujas projeções são positivas para 2021. Estou falando do mercado imobiliário.

Dois fatores foram considerados os maiores responsáveis pelo posicionamento sólido do setor. Um deles foi a continuidade das obras, devido a medidas de segurança já adotadas por muitas das empresas. Isso facilitou a transição ao “novo normal”. Outro foi a queda de juros de financiamento, que permitiu o crescimento dos investimentos. Por exemplo, a taxa Selic chegou ao menor patamar histórico, 2%, possibilitando a entrada de muitas pessoas no mercado.

Falando de resultados, em comparação com o mesmo mês de 2019, lançamentos de imóveis no país em outubro do ano passado tiveram um crescimento de impressionantes 85%. Por sua vez, as vendas dispararam, com aumento de quase 70%. A valorização constante desses bens, inclusive, incentiva a concretização de novos negócios.

Entretanto, o que explica o caso de sucesso do mercado imobiliário? Principalmente em um momento no qual as visitas a unidades eram restritas? Em que e o contato com clientes potenciais teria sido, em tese, prejudicado? A tecnologia chegou para resolver essa situação.

Profissional do mercado imobiliário fazendo análises. Há cadernos sobre uma mesa preta e um notebook, no qual se vê a planta de uma contrução.

Mercado imobiliário na palma da mão

Primeiramente, pode-se citar que mesmo recursos simplificados já são capazes de dar conta do recado. Uma videochamada entre corretor e consumidor, por exemplo, revela que a praticidade de análises iniciais sempre esteve a nosso alcance, só era subutilizada. Troca de documentos e informações por e-mail, além de mensagens, enviadas por meio de aplicativos presentes em praticamente todos os celulares atuais, reduziram deslocamentos desnecessários. Isso gerou, além de segurança aos envolvidos, uma economia bem-vinda de tempo e dinheiro.

Ainda assim, grandes jogadores não se limitaram a essas abordagens. Incorporaram em suas rotinas recursos que, até um tempo atrás, pareciam desnecessários e que se provaram grandes aliados, como a realidade aumentada. Ela proporciona não apenas um passeio virtual – como se isso já não fosse digno de aplausos –, mas, também, o fornecimento de manuais personalizados. Conferir infraestruturas instaladas dentro das paredes de imóveis a distância virou uma, bem, realidade.

Ou seja, com essas novidades, tanto a prospecção ficou mais convidativa quanto o atendimento pós-venda se tornou otimizado. Aliadas ao acompanhamento de tendências, como o desejo de aquisição cada vez mais forte de imóveis personalizados que atendam às necessidades de home office e lazer, uma vez que nossas rotinas se mesclaram, em grande parte, aos cantos de nosso lar, perspectivas negativas perdem a vez.

Destaque de uma chave inserida em uma porta de madeira. Ao fundo, vegetação.

Por fim, trago uma reflexão: até que ponto estamos dispostos a abraçar as mudanças e entender que a adaptação faz parte de quem somos? Veja que, reinventando-se, um importante setor da sociedade se manteve firme e forte, não sem muita luta e suor. Talvez devamos fazer o mesmo para que, mais do que sobreviver, possamos, de fato, viver.

Por Francesco H. Martinenghi
Real Estate Manager | Head comercial e novos negócios

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