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Entenda o que é m-commerce e qual sua importância

  • Artigo publicado em: 26 de novembro de 2021
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Saber o que é m-commerce e colocar esta estratégia em prática na sua loja virtual pode resultar em um aumento significativo de leads e vendas efetuadas.

Que os brasileiros amam smartphones todo mundo já sabe. Dados recentes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mostram que o país possui mais de 240 milhões de celulares ativos. Em julho de 2021, o número atingiu 246 milhões de unidades, um crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2020.

Mas, o que o segmento de varejo tem descoberto é que esses dispositivos móveis estão sendo uma ferramenta muito importante para fazer compras online. Independente do segmento. Nesse sentido, as aquisições vão desde alimentos, itens de vestuário e até produtos mais caros, como eletrodomésticos e móveis. 

Inclusive, a pesquisa “Consumo online no Brasil”, realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas, comprova a mudança registrada nos últimos anos.

Nesse sentido, a estimativa é de que 87% das compras pela internet em 2021 foram feitas por smartphones. Ou seja, um avanço de 20% em relação ao estudo feito em 2019.

O que é m-commerce e como ele norteará as mudanças comerciais na sua empresa?

Antes, quando os smartphones brasileiros não possuíam acesso a uma internet de qualidade e com alta velocidade, grande parte das conexões eram feitas a partir de desktops no conforto das residências.

Porém, agora, em uma rápida viagem para outra cidade, já é possível redecorar toda a casa apenas comprando em sites como Mercado Livre e Americanas.

Esse novo comportamento trouxe uma nova necessidade para as empresas que comercializam produtos e serviços pela internet. Atualmente, é preciso adaptar as plataformas de vendas aos acessos mobile.

E é exatamente este o conceito do m-commerce. Chamado também de mobile commerce, ele se refere ao comércio de produtos e serviços realizados por dispositivos móveis. As compras podem acontecer pelos sites das marcas, por aplicativos próprios  e pelas redes sociais.

Enquanto há cinco ou dez anos bastava um site ser visualmente atrativo, hoje, as marcas precisam ter o pensamento chamado “mobile first”. Ou seja, melhorar os canais digitais para oferecer uma experiência completa e eficiente para quem aterrissa a partir de smartphones.

As empresas também devem pensar em formas de tornar as compras mais rápidas, seguras e integradas. Além de estarem sempre acompanhando tendências e novos canais para divulgarem os produtos. 

Etapas fundamentais para a sua marca ingressar no m-commerce

Entre os primeiros passos para ingressar no segmento de m-commerce estão:

  • Ter um site responsivo, que se adeque a todos os tipos de telas;
  • Transformar suas redes sociais em lojas virtuais, por exemplo, conectando sua fan page no Facebook ao estoque da sua empresa;
  • Criar um aplicativo próprio ou estar integrado a grandes marketplaces que já possuem a tecnologia;
  • Ter selo de segurança HTTPS em seu site institucional e loja virtual, garantindo maior segurança aos consumidores.

E a sua empresa, já está seguindo essas tendências de m-commerce? Continue por dentro de informações relevantes sobre o varejo brasileiro em nosso blog.

Mercado Livre atinge quase US$2 bilhões de receita

O Mercado Livre, maior portal de comércio eletrônico da América Latina, registrou resultados surpreendentes no terceiro trimestre de 2021. A receita líquida atingiu a marca de US$1,9 bilhão. O que representa um aumento de 66,5% em dólar e de 72,9% em moeda constante em relação ao mesmo período de 2020. Somente no Brasil, que representa 57% das receitas totais, o aumento foi de incríveis 69%.

Acompanhando esses resultados, o lucro bruto teve alta de 43,4% e atingiu US$806,6 milhões. Isso, entre julho e setembro deste ano. Já o lucro líquido foi de US$95,2 milhões, o que corresponde ao valor de US$1,92 por ação.

O crescimento expressivo já vinha sendo observado ao longo de 2021. No segundo semestre do ano, o marketplace havia alcançado receita líquida de US$1,7 bilhão, correspondendo a lucro de US$138,8 milhões.

Base de usuários ativos do Mercado Livre também cresceu

Um dos motivos para o crescimento do lucro foi o aumento na base de usuários ativos, segundo o relatório trimestral do Mercado Livre. Atualmente, a plataforma de e-commerce já possui 78,7 milhões de pessoas que compram e vendem os mais diferentes tipos de produtos. Por exemplo, eletrodomésticos, brinquedos e peças de vestuário. 

Ao todo, foram comercializados mais de 259,8 milhões de itens entre julho e setembro, representando aumento de 26,3% na América Latina.

Plataforma de marketplace tem acompanhado as mudanças digitais

O Mercado Livre atualmente é a companhia mais valiosa da América Latina, ficando à frente de organizações mundialmente conhecidas, como Petrobrás e Vale.

Mas, foi preciso agir para atingir resultados tão expressivos e manter-se relevante no pós-pandemia. Principalmente, com a reabertura de lojas físicas dos concorrentes.

Nesse sentido, a plataforma de comércio eletrônico tem investido na diversificação das suas operações logísticas.

Aliás, uma das novidades mais significativas nos últimos meses foi a chegada de 99 lojas oficiais no marketplace. Algumas delas foram a Lacta, Pão de Açúcar e Arcor. Isso proporcionou mais competitividade e diversidade à plataforma.

Inclusive, vale lembrar que outras gigantes da tecnologia, como JBL e Nokia, já possuem lojas dentro do marketplace.

Outro lançamento recente é a plataforma Mercado Livre Live. Trata-se de um canal para vendas e branding com transmissões ao vivo e integradas ao marketplace da companhia. Na ferramenta, será possível encontrar programas ao vivo e diários. Segundo comenta Tainá Saramago, Gerente Regional de Live Commerce do Mercado Livre, o objetivo é democratizar o social commerce brasileiro. 

“Com as lives, queremos democratizar o social commerce, fortalecendo nossa plataforma para que marcas, vendedores e criadores de conteúdo possam realizar transmissões ao vivo e vender produtos, contando seus benefícios, realizando reviews mais detalhadas e mostrando seu funcionamento ou uso. A plataforma representa o futuro do e-commerce. Iniciaremos essa estratégia no Brasil, por ser um mercado mais maduro em que as lives commerces têm maior penetração, e expandiremos para toda a América Latina”, explicou ao portal Ecommerce Brasil.

Agora, quais serão as novidades que vêm por aí? Continue acompanhando o nosso blog para conferir as novidades do nosso cliente Mercado Livre. Assim, como de outros parceiros da DCL Real Estate.

Mudanças estratégicas do Magalu em 2021

Maior rede varejista do Brasil. Operações de e-commerce gigantescas. E, além de tudo isso,  lucro bilionário.

Mas, para quem não conhece a história do Magazine Luiza, as conquistas da marca poderiam limitar-se somente a números.

Porém, o Magalu – como agora é chamado após o seu novo posicionamento de marca – vai muito além da venda de eletrodomésticos e celulares em lojas físicas e virtuais. É um exemplo de inovação, empreendedorismo e cidadania.

“Inovação não é tecnologia, é cultura”: marca própria de roupa Magalu

É com essa frase que Silvia Machado, diretora executiva de Moda e Beleza no Magazine Luiza, define a cultura organizacional da rede varejista ao comentar sobre o lançamento da nova marca de roupas da rede varejista. 

“Os últimos dois anos nos forçaram a inovar de uma forma que nunca tínhamos feito antes. E é importante dizer: inovação não é tecnologia, é cultura. É também como você faz gestão, é uma nova forma de trabalho. Quando passamos por momentos de crise, a necessidade de reinvenção é maior”, explicou à revista Marie Claire.

Chamada de Vista Magalu, a primeira marca de roupas do Magalu tem foco em diversidade e inovação. Aliás, o manifesto da marca foi desenvolvido pelos participantes do projeto de trainee do Magazine Luiza, composto integralmente por pessoas negras. 

Nesse sentido, as peças têm uma grande preocupação em trazer moda e estilo para todos os tipos e formatos de corpos. Inclusive, as coleções englobarão desde o tamanho PP ao plus size, todas com o mesmo preço.

Melhor empresa para se trabalhar, segundo o Instituto GPTW

Mas, não basta se preocupar com diversidade e inovação, é preciso respeito aos colaboradores. No Magalu, essa máxima é uma realidade.

A empresa ficou em primeiro lugar no ranking Melhores Lugares para Trabalhar. Elaborado pelo instituto Great Place to Work (GPTW), o ranking avaliou mais de quatro mil empresas que operam no Brasil. 

Durante o processo de avaliação, que leva vários meses, são aplicados questionários entre os colaboradores para entender questões como remuneração, benefícios e transparência.

Segundo o ranking, 92% dos colaboradores do Magazine Luiza afirmaram que a empresa é um ótimo local para se trabalhar. Já a média do mercado é de 70%.

Programa Trainee Magalu exclusivo para negros continua em 2022

Alvo de polêmicas, mas também muito reconhecimento, o Programa Trainee Magalu retorna em 2022. O diferencial da iniciativa é que ela é 100% voltada para pessoas negras e pardas. O objetivo, segundo a rede varejista, é formar lideranças negras que possam atuar em diversas áreas.

Continue conhecendo mais sobre a história e conquistas de outros gigantes do varejo em nosso blog!

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