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Live commerce é a tendência e supera e-commerce

Live commerce, como o nome sugere, é uma modalidade de vendas feita por meio de vídeos ao vivo. Tendência no varejo atual, o live commerce ganhou espaço durante a pandemia, atraindo mais o público de 25 a 44 anos de idade.

Segundo uma pesquisa feita pelo Grupo Bittencourt, consultoria especializada no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios e franquias, essa faixa etária representa mais de 44% do total de compradores do live commerce.

“Numa sessão de live commerce a atenção do consumidor está direcionada para o conteúdo apresentado. É uma entrega completa de experiência e relacionamento com conexão real e instantânea com os consumidores”, explicou Lyana Bittencourt, CEO do Grupo Bittencourt.

Com essa modalidade de vendas, é possível transmitir a experiência das lojas físicas para o digital. Sabemos que, sem humanização, as pessoas não terão conexão e, consequentemente, não chegaremos ao objetivo final: vendas. Mas com o live commerce isso se torna totalmente possível, conseguindo assim resolver um dos maiores problemas atuais do varejo que se resume em proporcionar ao cliente a humanização e experiência do universo físico para o digital.

Lyana também destaca as diversas facilidades e funcionalidades desse modelo, como permitir que o cliente compre os produtos na mesma tela em que assiste à live, o check-out descomplicado e todo o conteúdo único da transmissão.

“As marcas costumam fazer ofertas exclusivas para a live, ou seja, além de tudo, o consumidor tem o senso de urgência e da escassez da oferta, o que acaba resultando em vendas”, completou Lyana.

As lives commerces impactam ainda mais essa geração que já transita pelos mais diferentes canais de vendas de forma completamente natural, fluida e compra de acordo com a sua necessidade e conveniência. Além disso, esse público tende a dar preferência para marcas que valorizam o relacionamento, a conexão com o consumidor e que também oferecem uma proposta de valor mais ampla, o que encontramos em uma live commerce.

Apesar de recente, esse novo modelo já apresenta resultados que comprovam sua eficácia, principalmente se comparado com métricas do e-commerce tradicional. Ainda segundo o Grupo Bittencourt, a taxa de conversão do live commerce é de 16%, enquanto a do e-commerce tradicional é de 2%.

Sendo assim, temos cada vez mais a confirmação de que é preciso nos adaptarmos ao universo digital. Empresas de grande, médio e pequeno porte precisam se manter atentas às inovações e tirar o que elas tem de melhor a oferecer ao seu negócio. De qualquer lugar a live commerce nos possibilita continuar a vender, basta uma câmera, internet e a vontade de vender os seus produtos. Líderes, estejam focados no propósito do seu negócio, para que seja possível uma atuação cada vez mais estratégica no mercado.

Quando o assunto é live commerce ou o e-commerce tradicional, a entrega rápida é pré-requisito para o seu sucesso digital. Pensando nisso, temos uma excelente solução: a D-ESPAÇO Self Storage, uma das nossas unidades de negócios, localizada de forma estratégica, próxima a rodovias que ligam a diferentes pontos de Curitiba e região metropolitana. Além disso, a D-ESPAÇO Self Storage oferece boxes de diferentes tamanhos, acesso 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive nos feriados, com segurança e privacidade. Conheça a D-ESPAÇO Self Storage e faça o negócio crescer ainda mais: (41) 99998 0113 ou acesse nossa landing page para mais informações.

5G na indústria: o que muda com a chegada dessa nova tecnologia?

Finalmente, em 2022, o Brasil vai entrar na era do 5G. No fim de 2021, a Anatel realizou a licitação do novo padrão de tecnologia com muito mais velocidade e recursos que prometem transformar a forma como interagimos e fazemos negócios. Vale lembrar que o 5G não representa apenas uma internet mais rápida, ele vai muito além disso.

Além de downloads e uploads mais rápidos, a quinta geração da telefonia móvel irá ampliar a cobertura de redes móveis. Com isso, mais aparelhos terão acesso à internet ao mesmo tempo e sem precisar de fios. Especialistas no assunto apontam que o 5G é capaz de suportar, simultaneamente, mais de 1 milhão de aparelhos por quilômetro quadrado. Quer saber mais? Continue a leitura!

A transformação digital nas indústrias já é uma realidade e o 5G, sem sombra de dúvidas, faz parte dessa evolução. Mas o que ele traz de novidade? Quais avanços e mudanças podemos esperar?

Em primeiro lugar, esse novo padrão garante melhorias quantitativas e qualitativas no modo como usamos diversos aparelhos que dependem da internet para operar. Observe, em números, como a melhoria é real:

● Velocidade de pico do 4G: 1000 Mbps;
● Velocidade de pico do 5G: 20 Gbps — 20 vezes maior do que o 4G;
● Latência do 4G: 20 ms;
● Latência do 5G: 1 ms — 20 vezes menor do que o 4G.

O que se percebe é que teremos conexões mais rápidas, além de uma transmissão de dados mais eficiente e com menos atrasos. E o melhor é que não para por aí!

Por meio dele, as chamadas de videoconferência farão parte do cotidiano de milhares de pessoas, ajudando-as a se conectarem e a resolverem inúmeras demandas.

Já pensou em fazer reuniões rápidas e objetivas com seus fornecedores de maneira virtual? Além de economizar tempo, isso ajuda a superar os desafios da aquisição de insumos e melhora o relacionamento com os parceiros industriais. A tecnologia 5G também resolverá problemas que vão além da comunicação entre pessoas. Os setores portuários, e até mesmo o rodoviário, atualmente carecem de acompanhamento em tempo real com informações e painéis de visualização robustos e em nível granular de detalhes. Tudo isso se resolverá com o 5G, por ser uma solução viável economicamente e promoverá uma nova fronteira de transformação com a chegada dos sensores de internet das coisas integradas às suas redes.

Também precisamos destacar que o 5G tem um tempo de resposta de ferramentas e sistemas bem menor. Esse benefício faz com que aparelhos acionados a distância sejam mais ágeis. Com isso, ferramentas e equipamentos se tornam mais eficientes, confiáveis e produtivos.

Como vimos, o uso do 5G na automação industrial é uma tendência, e quando falamos de novas tecnologias, não temos tempo a perder. Afinal, a indústria sempre aproveitou todo o potencial dos recursos à sua disposição para evoluir. Portanto, é importante se manter atento às oportunidades e se preparar para que o seu negócio atinja um novo patamar de eficiência e produtividade.

Os reflexos da tecnologia 5G também serão muito sentidos no setor logístico. Isso envolve uma série de aplicações que vão facilitar a rotina de toda a cadeia: embarcadores, transportadores e motoristas. Alguns exemplos são o acompanhamento em tempo real de processos de carregamento e descarregamento, incluindo a análise da integridade da carga para embarcadores. Além disso, certamente haverá menos burocracia, com a adoção de processos mais digitais, equipamentos em nuvem, conectados 24 horas por dia, fornecendo informações e dados para um monitoramento de excelência. Muita novidade mesmo.

Nós, da DCL, sempre estamos atentos às novidades tecnológicas que possam otimizar negócios. Entendemos e enxergamos que evoluções como o 5G são mais do que necessárias quando as colocamos como uma oportunidade de fazer a empresa crescer através da melhoria dos seus processos. É nosso dever buscar por caminhos que nos permitam oferecer o melhor serviço para o consumidor final, e a tecnologia é uma das melhores ferramentas que temos hoje.

Varejo: 6 tendências de pagamento para 2022

Após o Pix, 2022 trará uma onda de transformação digital para a classe do varejo

Com o grande crescimento das compras on-line nos últimos anos, alguns comportamentos dos brasileiros também mudaram. A digitalização e uma melhor experiência de compras é o que irá determinar quem sai na frente no setor tão competitivo que é o comércio. De acordo com o Relatório de Varejo 2021 da Adyen, empresa global de tecnologia de pagamentos, por exemplo, 90% dos entrevistados afirmaram que não voltam a comprar de marcas se tiverem vivido uma experiência ruim na loja física ou on-line. 

Parte dessa experiência para o consumidor está na hora de pagar. Ele agora está menos tolerante a problemas, o que pode aumentar a sua desistência, caso não tenha um serviço ágil e fácil a sua disposição. Não é à toa que o Pix ganhou espaço e fez sucesso. Em 2022 teremos uma segunda onda de transformações digitais, impactando uma classe totalmente nova de setores.

Varejo: tendências de pagamento

Pix é essencial

O Pix, sistema de transferências e pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central, já é usado por 70% das pessoas e aprovado por 85% dos consumidores. Entre novembro de 2020 e novembro de 2021, foram registradas mais de 1,2 bilhão de transações. Em 2022, a tendência é que o método Pix ganhe ainda mais aderência da população. Sendo assim, os varejistas que não incluírem o Pix como meio de pagamento poderão perder vendas e clientes.

 

Seja Omnichannel

Vender em diferentes canais (loja física, aplicativo e site), também chamado de omnichannel (ou multicanalidade), é uma realidade que chegou para ficar. Segundo a pesquisa da Adyen, 71% das pessoas disseram que seriam mais leais a um varejista que lhes permitisse comprar on-line e fazer devolução na loja, por exemplo. Ou seja, os clientes querem uma experiência de compras ágil e sem barreiras. Para isso será preciso realizar uma integração entre os ambientes digital e físico.

 

Unificar o mercado é preciso

O comércio unificado integra os dados gerados nesses canais (site, app e loja física). Assim, os consumidores têm seus dados centralizados em um único sistema, o que facilita eventuais trocas em loja de produtos adquiridos no e-commerce, e vice-versa. Além disso, com essa tecnologia, os varejistas também conseguem aceitar pagamentos em diferentes canais, tomando decisões baseadas em dados.

 

Personalização como ferramenta de fidelização

Personalização será o grande diferencial em 2022 para impulsionar a fidelização dos clientes. Tecnologias de pagamentos que permitem obter informações sobre os clientes são grandes aliadas. Mas é importante que todos os dados de pagamentos sejam coletados em um só lugar, para que fique fácil cruzar informações e tirar dali dicas valiosas. Por isso, uma plataforma de pagamentos unificada será a chave para alcançar uma visão total do cliente.

 

Comércio social

O chamado comércio social irá crescer à medida que lojas on-line e físicas se misturem cada vez mais. Comprar deixou de ser uma atividade separada e tornou-se algo intuitivo, que pode ser feito até de forma mais passiva. Essas mudanças ficam totalmente aparentes nas redes sociais, onde, graças ao avanço da tecnologia, Facebook e Instagram se tornaram canais de venda. A tecnologia de pagamentos terá um papel essencial por tornar real experiências como essas, fáceis para usuários B2B (para empresas) e B2C (consumidor final).

 

Livestream e-commerce

Com certeza você já ouviu falar sobre as “lives”. Pois, então, agora elas também se tornaram canais de vendas. Há pouco tempo, TikTok e Kwai, aplicativos de compartilhamento de vídeo, realizaram eventos em que os usuários compraram seus produtos diretamente na plataforma. Essa é uma tendência que veio da China e tem tido grande sucesso por lá. Grandes varejistas brasileiros já começaram seus testes com o live commerce. Esteja preparado para mais essa novidade!

 

Acompanhar essas tendências interessa não apenas a grandes empresas, mas também aos pequenos comerciantes. Trazer essas novas tecnologias para o seu negócio ajudará você a expandir os limites do varejo e interagir com os consumidores de forma mais eficaz e aumentar as vendas. Bons negócios a você!

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