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Varejo supermercadista em expansão!

  • Artigo publicado em: 27 de julho de 2021
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Ótimas notícias vêm do segmento de varejo supermercadista. Entre janeiro e maio deste ano, foram abertos mais de 30 mil postos de trabalho. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), 24 novas lojas abriram no Brasil entre abril e maio. Além disso, outras 45 passaram por grandes reformas.

Para o vice-presidente institucional e administrativo da Abras Márcio Milan, a expectativa é de um crescimento ainda maior no segundo semestre. “A meta de crescimento de vendas para o setor supermercadista é de 4,5% para o final do ano, podendo ser revisada”, afirmou.

Aliás, nos cinco primeiros meses de 2021, a Abras apurou um aumento de 5,32% no Índice Nacional de Consumo (INC). Já em maio, o índice cresceu 2,88% ante o mesmo período de 2020. Por sua vez, na comparação com abril deste ano, a alta foi de 1,98%.

• Leia também: Do online para o offline: conheça o movimento O20

De fato, essa tendência se apresenta em todos os canais de distribuição do varejo supermercadista. Inclusive, as vendas no e-commerce continuam fortemente impulsionadas por causa da pandemia e do isolamento social.

Por fim, o desempenho do setor foi puxado ainda pela antecipação da primeira parcela do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS na segunda quinzena de maio; também pela prorrogação do pagamento do auxílio emergencial.

Os dados são otimistas. Desejamos um sucesso ainda maior aos nossos clientes desse segmento.

Mercado de franquias em crescimento

Apesar dos desafios da pandemia que vêm impactando a economia, o mercado de franquias registrou números positivos no 1º trimestre deste ano. Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising – ABF, um saldo de 1,9% de novos negócios marcou o período.

Primeiramente, o resultado é considerado relevante diante do cenário econômico. Além disso, projeções para 2021, divulgadas em junho, preveem um aumento de faturamento na ordem de 8% em relação ao ano passado – e uma expansão de 5% das redes.

Ademais, o mercado de franquias faturou R$ 167,1 bilhões em 2020, de acordo com a ABF. Parte desse resultado saiu de empresas com sede no interior e no litoral do estado de São Paulo. Tais regiões contam, atualmente, com 198 redes de franquias, que têm mais de 15,8 mil unidades espalhadas em todo o país.

Sendo assim, seguimos muito otimistas com a atração de novos parceiros para a nossa unidade de negócios do segmento de shopping center. O Shopping Cidade Maringá tem o espaço para seu negócio! Reunimos, aqui, algumas dicas de Adelmo Solera (Sebrae-SP) para quem está pensando em entrar com sua empresa no mercado de franquias.

• Leia também: Logística reversa: potencial econômico e sustentável

Diferencial e novidade para o mercado de franquias

Verifique se a ideia ou o negócio é de fato uma novidade. Além disso, até mesmo se possui um diferencial que pode ser transformado em franquia. Afinal, é preciso pensar diferente para atrair clientes.

Plano de negócios

É necessário pensar em contratações, fornecedores, praça de atuação, investimento inicial e capital de giro. Assim, se chega ao ponto de equilíbrio.

Preocupação com a marca

O registro da marca nos órgãos competentes, como o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), é extremamente importante. Então, não deixe para depois.

Burocracia

Conte com a ajuda de profissionais especializados, como advogados e contabilistas. Eles vão ajudar com os documentos necessários, tais como a Circular de Oferta de Franquia (COF), contratos, alteração das atividades da empresa e/ou abertura de uma nova e demais obrigações e direitos de sua franquia.

Plano de marketing inicial para entrar no mercado de franquias

É importante identificar os meios de comunicação mais efetivos para a divulgação da marca ou produto. Por fim, também, se há alguma obrigatoriedade relacionada à franquia.

Quer mais orientações? Venha negociar conosco.

Do online para o offline: conheça o movimento O20

Recentemente, gigantes do e-commerce mundial executaram ações que vão na contramão das tendências do mundo digital. Empresas como Google, Amazon e Evino têm direcionado seus investimentos para o comércio offline e físico. Trata-se do movimento O20. 

O Google, por exemplo, tem planos para inaugurar sua primeira loja física em Nova York, no bairro de Chelsea. O novo ponto de venda contará com produtos digitais e inovadores. Dentre eles, sua linha exclusiva de celulares e smartphones, Pixel, e soluções de uso doméstico, como os assistentes virtuais da marca Nest.

Além de adquirir as mercadorias, os clientes também terão a experiência única de testar as novidades da empresa, tirar dúvidas e também retirar produtos que foram comprados pela internet. Ou seja, o objetivo principal é fornecer uma vivência omnichannel.

Outro exemplo é a Amazon, que vem investindo pesado na expansão dos espaços “Amazon GO” – lojas físicas, completamente autônomas e digitalmente inteligentes focadas na experiência do consumidor.

Já a Evino também se juntou ao movimento, porém de uma forma diferente. A plataforma de venda de vinhos na internet planeja agora sua expansão pelos canais de autosserviço. Agora, quer espalhar máquinas de autoatendimento (ou vending machines) em espaços de trabalho compartilhados. Assim, é possível se aproximar do consumidor e garantir comodidade.

Leia também: Logística reversa: potencial econômico e sustentável

Movimento O20: o que é?

O movimento online para o offline, também conhecido como O20, tem se tornado uma tendência entre as maiores plataformas de e-commerce do mundo. A ideia não é apenas migrar para o varejo físico, mas sim levar toda a expertise referente ao comportamento do consumidor no ambiente digital para o espaço offline.

No movimento O20, as lojas físicas e online não competem nem são negócios independentes. Elas devem ser vistas como uma coisa só. Ou seja, essa modalidade é uma forma de unir o melhor dos dois mundos, integrando os negócios da loja física à estratégia de vendas digital. Isso permite uma venda híbrida.

Vending machine da Evino
Evino aposta em vending machines. (Divulgação)

Um exemplo prático desse movimento são os e-commerces que permitem a retirada das mercadorias em seus pontos físicos ou locais parceiros, como quiosques, balcões e contêineres. Dessa forma, o consumidor passa a ter mais contato com a marca e ainda tem a possibilidade de realizar novas compras no local.

O principal fator estratégico dessa nova modalidade é instalar esses pontos físicos em locais de grande movimento de pessoas, como estações do metrô, postos de gasolina, espaços de trabalho compartilhados (como no caso da Evino) e lojas de conveniência.

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Solução para todos os públicos

Esse novo modelo garante um bom atendimento para os diferentes tipos de consumidores. Por exemplo, há aqueles que pesquisam o preço de algum produto nas lojas físicas. Entretanto, ao fazer a comparação, acabam por comprar online. O contrário também acontece.

Contudo, em ambos os casos, os canais online e offline foram utilizados. Portanto, esse novo movimento, mais do que oferecer mais uma opção ao cliente, busca entender os hábitos desses consumidores para que a melhor experiência seja oferecida.

Mesmo com a transformação digital, ainda há uma boa parcela de clientes que prefere realizar compras em lojas físicas. Afinal, nesse cenário, existe a possibilidade de testar as possíveis aquisições. Além disso, consumidores se sentem mais seguros em relação à troca. O movimento O20 destaca-se como uma solução efetiva para esses casos.

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