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Pesquisa revela perfil do investidor de imóveis brasileiro

Uma pesquisa realizada pela Brain Inteligência Estratégica, apresentada em 23 de março de 2021, revela qual é o perfil do investidor de imóveis brasileiro. De acordo com os dados de 6 mil participantes, mais da metade daqueles e daquelas que ainda não entraram no jogo (87%) têm interesse em apostar no setor no futuro (57%), especialmente no mercado imobiliário residencial. Além disso, 54% deste grupo pensa em gerar renda por meio da locação.

Enquanto 25% optariam por studios, 22% escolheriam imóveis com um quarto. Por sua vez, 33% dariam prioridade a espaços com dois quartos e 20% com três ou mais. Aliás, 36% esperam investir menos de R$ 200 mil; 28% de R$ 200 mil a R$ 299 mil; e 13% de R$ 300 mil a R$ 399 mil. Por fim, há quem pretenda dedicar valores mais altos, de R$ 400 mil a R$ 499 mil (6%) ou superiores a R$ 500 mil (17%).

Inclusive, não se pode deixar de citar, claro, o interesse no segmento comercial, foco de 18% dos entrevistados; 27% investiriam em ambos. Outros objetivos também entraram em pauta, como garantia de reserva de valor patrimonial (32%) e valorização do bem como garantia de renda futura (14%).

Eventualmente, tomada a decisão, é preciso pensar nas opções de contratação de financiamento. Sendo assim, 65% afirmam desejarem fazê-lo por meio de renda e 35% com pagamento à vista. Cerca de 1,250 milhão investem em fundos imobiliários. Neste caso, prestar atenção em aspectos que podem prejudicar a rentabilidade é essencial.

Investidor de imóveis: você não está sozinho!

Taxas, juros, impostos como o ITBI e índices de correção monetária como o INCC são considerados vilões do mercado imobiliário. Logo, mais do que analisar oportunidades, entender quais são os riscos evita surpresas muitas vezes desagradáveis – e a perda de dinheiro. Por exemplo, parcelas corrigidas pelo índice INCC acumularam somas de 9,37% em 2020, muito superiores às oferecidas pela Selic.

Por outro lado, é possível se deparar com reais oportunidades, que garantem ótimos retornos em locação ou revenda. Elas são proporcionadas por planejamento e aferição de taxas de retorno cuidadosos. Em resumo, o suporte de especialistas, como os da DCL Real Estate faz com que um sonho se torne realidade.

O potencial econômico de Santa Catarina

  • Artigo publicado em: 24 de março de 2021
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No início da crise econômica gerada pela pandemia em março do ano passado, as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) diziam que os países teriam uma queda anual de cerca de 10%.

Contrariando a provisão, o nível de atividade em Santa Catarina surpreendeu positivamente e encerrou 2020 com uma queda de apenas 0,9% frente ao ano anterior, segundo a prévia do PIB (Produto Interno Bruto) calculada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável (SDE).

Setores apresentaram crescimento em 2020

Entre os setores que mais impactaram positivamente no resultado da prévia do PIB estão a agropecuária com um crescimento de 2,6% e a construção civil com uma alta de 10,4%, segundo o estudo realizado pelo economista Paulo Zoldan.

Em seguida, aparecem o setor de aparelhos e materiais elétricos com uma alta de 8,5%, máquinas e equipamentos (6,7%), produtos de borracha e plástico (3,3%), papel e celulose (1,4%).

Setor industrial enxerga 2021 com otimismo

Um estudo divulgado pela Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina)  demonstrou que o setor está otimista para o cenário de 2021.

Depois de uma queda de 4,4% na produção industrial no ano passado, o resultado positivo na arrecadação de tributos em janeiro, a geração de 53.050 novos empregos formais, crescimento de 18% da produção industrial e  a abertura de 115.074 novas empresas são sinais claros de retomada econômica.

Os 18% registrados foram alcançados, principalmente pela indústria pesada e têxtil. Destaque também para os setores de fabricação de máquinas e equipamentos (32,5%), metalurgia (27,2%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (23,7%), produtos têxteis (19,7%), e fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (19,2%).

Com a alta, a indústria do estado chegou ao maior índice de base fixa desde janeiro de 2011, o que significa que o setor está em seu melhor momento – maior produção – dos últimos 10 anos.

Varejo se amplia

E a indústria não foi o único setor que apresentou números positivos. O volume de vendas do varejo cresceu 0,5% em janeiro em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE.

Nos últimos 12 meses, o setor acumula uma expansão de 5,7% mesmo em período de crise econômica.

Já em relação ao faturamento também houve alta. Hipermercados e supermercados viram um aumento de 19,7% e eletrodomésticos 7,8%. Em relação aos materiais de construção, houve alta no volume de vendas (+13%) e na receita (+26,7%). 

Oportunidades

E a DCL, que sempre acreditou no potencial econômico do estado, disponibiliza de um empreendimento que potencializará ainda mais a retomada econômica do estado; o Corporate Itajaí.

O Corporate Itajaí é um prédio corporativo construído em 2006 e localizado próximo ao Contorno Sul de Itajaí (SC). O Imóvel pode ser comprado ou alugado por completo, assim como alugado por pavimentos a partir de 1.757 m², entre área privativa (1.218m²) e área comum (540 m²).

Ideal para médias e grandes empresas, independente do segmento de atuação, o imóvel é excelente para aqueles que atuam com importação e exportação por conta  da localização privilegiada.

Com uma infraestrutura completa, o prédio conta com 2 elevadores, 115 vagas de estacionamento, amplas salas de reuniões, auditório, recepção, cantina e restaurante com capacidade para 150 pessoas.

Faça parte da retomada e expansão econômica do estado de Santa Catarina. Entre em contato.

 

 

Franquias resistem à covid-19 e surpreendem em 2020

Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), a crise da covid-19 não deixou de afetar o setor de franquias. Em 2020, ele faturou R$ 167,2 bilhões, 10,5% a menos que no ano anterior. O resultado, semelhante ao de 2017 (R$ 163,3 bilhões), já era esperado. De todo modo, a área permanece relevante, tendo apresentado, inclusive, uma recuperação gradual no período.

Fechando o ano com 156.798 unidades em operação, notou-se a queda de 2,6% em relação a 2019. Aliás, algo surpreendente, considerando a redução de 4,1% do Produto Interno Bruto brasileiro. Afinal, tal modalidade de negócio está muito ligada ao universo físico, dependendo da abertura de lojas muitas vezes impactada por medidas restritivas necessárias ao combate à doença.

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Felizmente, diversos segmentos aumentaram seus faturamentos, como os de casa e construção (12,8%), saúde, beleza e bem estar (3,1%) e comunicação, informática e eletrônicos (0,5%). Quanto a outros, adaptações permitiram uma redução de danos, a exemplo do alimentício, com o delivery, e de moda, por meio da digitalização. Nestes casos, a queda foi de 15,5% e 20,9%, respectivamente.

Por outro lado, há aqueles notoriamente prejudicados pelo novo coronavírus, como hotelaria e turismo (redução de impressionantes 49,8%) e entretenimento e lazer (29%), seguidos de serviços educacionais (10,7%). Quatro mil unidades franqueadas fecharam as portas.

Entretanto, espaço para otimismo há de sobra. Uma pesquisa feita no final de dezembro com 340 redes franqueadas mostrou que 64% delas esperavam crescimento superior a 10% em 2021. Outras 19% projetaram expansão de 5% a 10% neste ano, indica a Infomoney.

Franquias que se destacaram e o que esperar

O cenário entre a época do levantamento e o de agora pode ter mudado. Ainda assim, algumas redes de franquias mantiveram um alto número de unidades em 2020. Isso sugere que, com o planejamento adequado e os investimentos certos, crise alguma é capaz de conter o espírito empreendedor.

Redes com investimento acima de R$ 90 mil dominaram o ranking das 50 maiores do país da ABF. Dentre elas O Boticário, McDonald’s e Cacau Show ocupam o pódio, com 3.620, 2.567 e 2.371 lojas respectivamente. Além disso, Subway (1.863) e Am/Pm (1.804) as acompanham no quarto e quinto lugar.

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Por fim, saltos gigantescos ocorreram em um ano. Acquazero (serviços automotivos) registrou expansão de 152%, saltando do 111º para o 43º lugar. Remax, com 80% a mais, e Mercadão do Óculos, 67%, também tiveram seus destaques. Dentre as estreantes estão Shell Select, Remax, Mercadão do Óculos, Acquazero, Clube Melissa, Casa do Construtor e Sodiê Doces.

A expectativa é de que, com a aceleração das vacinas, mesmo frente à queda quase certa do primeiro trimestre, gerada pela piora da pandemia, haja um contraste melhor em relação a 2020. Se o futuro ainda é incerto, a garra e a capacidade de adaptação dos empresários permitirão a retomada que tanto esperamos. Isso, claro, com a segurança de funcionários, clientes e parceiros em primeiro lugar.

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