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Mercado de construção civil aposta na tecnologia digital

  • Artigo publicado em: 28 de julho de 2014
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O mercado imobiliário brasileiro passou nos últimos anos por um forte aquecimento, motivado pelo aumento da renda da população e expansão do crédito, mas o cenário tem mudado. O setor já apresenta sinais de desgaste devido ao excesso de oferta de imóveis em relação à procura. Para não perder competitividade, construtoras, imobiliárias e incorporadoras têm apostado nas tecnologias digitais e nas vantagens da internet.

Utilizando aplicativos mobile para gerenciar suas obras, por exemplo, as empresas economizam tempo e dinheiro, enquanto ações de marketing digital melhoram o posicionamento de seus serviços na internet, atraindo mais clientes, e por consequência, oportunidades de negócio. E para saber quais ações são mais eficazes, a internet também disponibiliza plataformas que auxiliam o mercado imobiliário na gestão de clientes e retorno sobre investimento.

Uma das novidades do segmento de tecnologia é o aplicativo Ceentrum, desenvolvido pela Megaleios. O programa disponível para tablets dos sistemas Android e iOS armazena e gerencia todos os arquivos referentes a uma obra. Segundo Fabiano Belmonte, CEO da empresa, um dos diferenciais do app é algo que é cada vez mais valorizado pelas organizações: o apreço pelo meio ambiente.

“O cliente acaba economizando muito papel com a impressão de documentos. Quando falamos de um prédio, por exemplo, ao invés de serem impressos 250 manuais, todos os moradores serão cadastrados no sistema, e assim terão acesso de forma personalizada às informações de sua unidade”. Outra facilidade do app é seu funcionamento online e off-line, o que permite mais mobilidade sem a dependência de um sinal 3G ou wifi.

Marketing digital imobiliário

Mais do que estar presente na internet, as empresas já se deram conta da importância de sua reputação na rede para a geração de leads, o que envolve diversos fatores, como apresentação de seu site, posicionamento em mecanismos de busca, entre outros. Segundo Eduardo Sani, CEO da Uselink, empresa de marketing digital especializada no setor, organizações do mercado imobiliário têm saído na frente nesse sentido, apostando na segmentação para conquistar clientes na web.

“Oferecer conteúdo de qualidade é uma das peças chave para atrair clientes interessados em imóveis. Algumas construtoras já têm apostado em blogs com dicas sobre decoração e lazer, por exemplo, gerando interesse das pessoas”, diz. A mesma ideia vale para as redes sociais da empresa, que devem fornecer conteúdo de qualidade e funcionar como mais uma forma de contato com a empresa.

Outra forma que tem alcançado retorno para empresas do mercado imobiliário são os anúncios em plataformas especializadas na comercialização de imóveis. Esses sites como Zap Imóveis, OLX, entre outros, contam com grande audiência de um público qualificado que busca por informações de compra e venda de imóveis. A mesma lógica vale investimentos em anúncios no Google, principal ferramenta de busca na internet.

“Acima de tudo, nosso objetivo é gerar resultado por leads qualificados para o principal cliente desse mercado: o corretor de imóveis, pois é ele que faz a ponte entre as construtoras e o cliente final”, explica Sani. Para isso, a empresa analisa o contexto geral com relatórios de business intelligence e vai além das estratégias online: busca oferecer ações de mobile e off-line como, por exemplo, mídia 360º. “Através de acompanhamentos diários e ferramentas de performance, operamos uma campanha de mídia como se fosse a bolsa de valores”, salienta ele.

Mensuração de resultados

Uma das grandes discussões das empresas que investem em publicidade e ações de marketing na internet é conseguir medir de forma efetiva o retorno conquistado. Enquanto em lojas virtuais esse cálculo é mais simples, devido à possibilidade de medir aumento de vendas ou de visitantes no site, a lógica não é a mesma para imobiliárias e construtoras com atuação na internet.

A Hypnobox tem atendido essa demanda. Voltada para empresas do mercado imobiliário e de construção civil, a ferramenta auxilia na mensuração de resultados e ROI (return on investment ou retorno sobre investimento) na internet. Através de um eCRM “Customer Relationship Management Online” ou seja, a gestão de relacionamento com a demanda proveniente da internet, imobiliárias e construtoras conseguem gerenciar os contatos gerados pelos seus sites ou demandados pela internet em um só lugar.

Segundo Rafael Yoshioka, CEO da Hypnobox, todas as informações de audiência e contatos são armazenados de forma organizada proporcionando uma melhor gestão de relacionamento e relatórios para decisões estratégicas como, por exemplo, a definição exata da mídia que melhor converteu em vendas. Até o momento, mais de 15 mil corretores estão conectados na plataforma, que como diferencial, pode ser customizada para a necessidade específica de cada usuário.

Fonte: Portal VGV

 

 

De plano em plano, a logística dá um salto

  • Artigo publicado em: 21 de julho de 2014
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Qual a melhor estrada para um varejo competitivo? Existem caminhos certos? As defasagens e inovações na logística brasileira são temas abordados no Brazilian Retail Week, o maior congresso do segmento da América Latina.

Para Ricardo Ruiz, Diretor de Logística do Magazine Luíza e palestrante do evento, o excesso de tempo perdido no deslocamento das entregas ainda é uma barreira, mas o executivo tem boas perspectivas para a mobilidade no Brasil. A rede varejista é uma das maiores no país e conta, atualmente, com 730 lojas e nove centros de distribuição.

Em entrevista ao portal NOVAREJO para o aquecimento dos temas abordados pelo BRWeek, Ruiz abordou as questões que rondam o universo em que prazos e problemas logísticos são paralelos que precisam se encontrar.

NOVAREJO: Quais são os principais desafios de logística no Brasil?

Ricardo Ruiz: A falta de um parque de transportadores profissionalizados, equipados e devidamente capacitados para prestar um serviço eficiente e de qualidade; excesso de tempo perdido nos deslocamentos em função das incertezas do sistema viário; dificuldades de acesso em certas regiões nas áreas urbanas (especialmente por questões de segurança).

NV: Aliar os prazos de entrega aos problemas de mobilidade das cidades, no Brasil, é um problema? Qual é o ponto de partida para este planejamento?

Ricardo Ruiz: Sim. O ponto de partida é desenvolver uma inteligência operacional de transportes que monitore constantemente as dificuldades e particularidades de cada localidade no nível de cidade, estado, país e realimente um bom sistema de planejamento de rotas e alocação de capacidade de transporte. Adicionalmente, a visibilidade do nível de serviço (especialmente prazo), que é possível em cada localidade deve ser de conhecimento de todos os agentes envolvidos na cadeia de abastecimento, incluindo o receptor final.

NV: Numa comparação mundial, o quanto os problemas físicos de infraestrutura brasileiros influenciam no desempenho das entregas da empresa? O consumidor tem conhecimento dessa situação?

Ricardo Ruiz: É um pouco difícil de quantificar esta diferença, mas traçando um paralelo com o que se observa nos Estados Unidos, por exemplo, consegue-se ter prazos em média ao menos 40% melhores, mas isto varia bastante com a distância da localidade a ser atendida do ponto de abastecimento mais próximo.

O consumidor brasileiro, no geral, sabe que há dificuldades em realizar entregas aqui, mas, por vezes, não tem conhecimento sobre uma base comparativa com outro mercado para comparar.

NV: É importante manter uma relação transparente com o consumidor no que se refere aos impasses de logística para garantir a fidelidade do público? Como é a resposta do consumidor com relação a isso?

Ricardo Ruiz: Sim, extremamente importante. Em geral, o consumidor reage positivamente quando é informado a tempo sobre ocorrências eventuais na operação de entrega e também percebe que a empresa está tomando medidas para mitigar ao máximo os impactos.

NV: Para você, temos perspectivas para as melhorias em nossa logística? O que traz, ou poderia trazer, potencial para este processo?

Ricardo Ruiz: As perspectivas para a logística brasileira são positivas, ou seja, estão sendo tomadas várias medidas em diversas frentes e não acho que há retrocesso ou estagnação. Ao mesmo tempo, vejo que, no plano diretor para a logística do país em vigor, ainda faltam elementos para torná-lo completo. Por exemplo, um plano para renovação da frota de veículos para os pequenos e médios transportadores, um plano consistente de profissionalização do setor e uma cobrança maior na esfera municipal por medidas que aprimorem o sistema viário e a mobilidade.

Fonte: Portal No Varejo

 

 

Venda de materiais de construção deve movimentar R$ 129 bilhões em 2014

  • Artigo publicado em: 14 de julho de 2014
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Os brasileiros deverão gastar R$ 129,7 bilhões com material de construção neste ano, um aumento de 9% em relação aos R$ 119,64 bilhões gastos em 2013, o que representa um consumo de R$ 762,00 por pessoa. Essas são as estimativas da edição especial do Pyxis Consumo, chamada Pyxis Material de Construção, que apresenta, entre outras informações, a evolução do número de empresas e funcionários no varejo do setor e o potencial de consumo familiar dessa categoria.

Apesar do cenário de desaceleração do segmento de construção, o setor continuará crescendo, porém em um ritmo mais lento do que o observado nos últimos anos. Entre 2006 e 2013, a participação da indústria da construção civil no PIB nacional cresceu 13%, passando de 4,06% para 4,6%. Em valores nominais, o PIB da construção civil passou de R$ 96 bilhões em 2006 para R$ 222 bilhões em 2013, um incremento de 231%.

Esse movimento foi positivo não só para a indústria, mas também para o varejo. A oferta de mão de obra no comércio de artigos para construção quase dobrou nos últimos sete anos e cresceu cerca de 90%. O potencial de consumo familiar da categoria passou de R$ 44 bilhões em 2006 para R$ 119 bilhões em 2013.

Fonte: Portal VGV

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