Black Friday no Paraná

Black Friday no Paraná: alta de 28,7% nas vendas e os sinais para o varejo de 2026

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A edição de 2025 da Black Friday no Paraná registrou um crescimento expressivo de 28,7% nas vendas em relação ao mesmo período de 2024, segundo levantamento do Itaú Unibanco. Mais do que um pico de consumo, esse resultado indica uma transformação. O comportamento de compra e sinaliza oportunidades estratégicas para o varejo físico e para os centros comerciais de vizinhança.

Na DCL Real Estate, acompanhamos com profundidade os movimentos de mercado que traduzem as intenções de consumo em decisões de localização, mix e performance operacional. Por isso, analisamos os dados desta Black Friday para compreender o que a alta de vendas representa para o futuro do varejo paranaense.

Black Friday no Paraná e a força do consumidor planejado

Houve uma expressiva alta de 28,7% nas vendas, que ocorreu entre sexta-feira (28/11) e domingo (30/11). Isso indica que o consumidor do Paraná esteve mais ativo, conectado e decidido. Isso reflete não apenas uma melhora nas condições econômicas, mas também um comportamento mais racional e orientado por planejamento, especialmente para categorias como móveis (+73,7%) e supermercados (+38,4%).

Essa mudança de perfil afeta diretamente as operações do varejo físico. Agora, elas precisam estar posicionado para atender com eficiência, agilidade e resolutividade em momentos de alta demanda. A proximidade com o consumidor volta a ser um ativo valioso, uma vez que a decisão de compra planejada privilegia conveniência, acesso rápido e experiência de atendimento.

Centros comerciais de vizinhança ganham relevância

A alta da Black Friday no Paraná também reforça o papel estratégico dos centros comerciais de vizinhança, especialmente em compras de reposição e emergência. Supermercados, artigos esportivos (+29,8%) e serviços de beleza (+33,5%) estão entre os segmentos que mais cresceram, e todos eles têm forte presença em pontos urbanos acessíveis.

Nesse contexto, empreendimentos com mix bem estruturado, posicionamento inteligente e infraestrutura operacional eficiente foram os que mais se converteram em vendas. A Black Friday no Paraná deixou claro que a decisão de compra está diretamente ligada à presença local da marca.

Black Friday no Paraná e os desafios de performance operacional

É importante destacar que um evento como a Black Friday testa os limites operacionais do varejo. Portanto, altos fluxos de clientes, necessidade de agilidade nos pagamentos, integração entre canais e estabilidade de sistema são fatores determinantes.

No caso do Itaú Unibanco, a operação atingiu 100% de disponibilidade sistêmica no período, sem falhas ou instabilidades, o que evidencia o peso da infraestrutura digital no sucesso da experiência. Para o varejo físico, isso reforça a necessidade de atuar em ambientes preparados não apenas para atender, mas para escalar com segurança e controle.

Oportunidades imobiliárias para o varejo físico

Com base no comportamento registrado durante a Black Friday no Paraná, as estratégias de expansão precisam considerar não apenas o potencial de consumo regional, mas também a capacidade de resposta dos ativos comerciais. 

A localização continua sendo essencial, mas fatores como infraestrutura logística, layout eficiente, acessibilidade e suporte às operações digitais se tornam diferenciais de valor.

Outro ponto relevante é a possibilidade de adaptação rápida. Em momentos de picos de venda, como a Black Friday, centros comerciais que oferecem flexibilidade para ativações promocionais, aumento de fluxo e gestão integrada saem na frente em desempenho e faturamento.

O que esperar para 2026:

Com base nos dados apurados em 2025, é possível projetar algumas direções para o varejo local em 2026:

  • O perfil de consumo mais planejado deve se intensificar, exigindo mais previsão, estoque bem gerido e atendimento qualificado;
  • A presença estratégica em pontos de alto fluxo local será cada vez mais determinante para conversão e frequência;
  • Investimentos em infraestrutura digital e integração omnichannel não serão mais diferenciais, mas premissas básicas para competir;
  • Centros comerciais com modelo de gestão profissional e curadoria de mix tendem a capturar melhor os picos de consumo ao longo do ano.

A visão da DCL Real Estate para o varejo local

A DCL Real Estate acompanha os sinais do mercado com foco em transformar comportamento de consumo em oportunidades imobiliárias tangíveis. No caso da Black Friday, os dados reforçam o potencial do varejo local como gerador de valor e frequência qualificada.

Com foco em centros comerciais de vizinhança, atuação urbana consolidada e infraestrutura preparada para operações de alta performance, a DCL oferece modelos de locação versáteis, como galerias multioperador e espaços sob medida. Essa diversidade permite atender diferentes formatos de negócio, de operações full service a lojas de alta rotatividade, com estrutura adaptada às demandas do varejo omnichannel, de performance e de conveniência.

Ao conectar portfólio imobiliário à inteligência de consumo, a DCL entrega soluções compatíveis com as novas exigências do setor, apoiando marcas que buscam se posicionar de forma estratégica.

Se você quer posicionar sua marca para captar os melhores momentos do mercado em 2026, fale conosco.

varejo em 2026

5 tendências para o varejo em 2026: o que muda para lojas físicas e centros comerciais

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Em 2026, o varejo será marcado por um conjunto de tendências que, além disso, vão muito além da inovação tecnológica. Nesse sentido, o setor passa a entrar em uma nova fase, na qual, por um lado, a eficiência operacional e, por outro, a integração entre canais, a personalização da experiência e o uso intensivo de dados passam a fazer parte do cotidiano das lojas físicas. Assim, dessa forma, como consequência, essa evolução muda a maneira pela qual os centros comerciais de vizinhança são projetados, ocupados e utilizados pelas marcas.

Confira as cinco tendências que vão transformar o varejo em 2026, e como elas influenciam decisões comerciais e imobiliárias.

1. Inteligência artificial no centro da operação do varejo em 2026

No contexto do varejo em 2026, as lojas físicas integram a Inteligência Artificial (IA) cada vez mais ao seu cotidiano operacional. Além disso, os varejistas utilizam a IA não apenas para automatizar tarefas ou gerar relatórios, mas também para otimizar a gestão de estoque. Dessa forma, as empresas passam a prever padrões de consumo com base no comportamento de compra dos clientes. Por fim, como resultado, as marcas aplicam a IA para automatizar o atendimento ao cliente em etapas operacionais específicas, como consultas de produtos, indicação de ofertas e soluções de autoatendimento.

Esse avanço tecnológico permite aumentar a assertividade de decisões de curto prazo, melhorar o giro de produtos e facilitar o controle de indicadores-chave do ponto de venda. 

Quais são os impactos para os centros comerciais?

Para os centros comerciais, esse movimento exige uma infraestrutura mais preparada para receber lojistas que demandam conectividade estável, suporte técnico adequado e maior flexibilidade de layout para integrar recursos digitais às suas operações presenciais. Em outras palavras, a IA não substitui a loja física, ela transforma a forma como essa loja funciona e se conecta ao consumidor.

2. Varejo em 2026 exige decisões em tempo real, baseadas em dados

A digitalização do varejo físico torna a inteligência em tempo real um diferencial decisivo para 2026. Com o uso crescente de sensores, plataformas integradas e ferramentas de gestão conectadas, os operadores conseguem monitorar indicadores-chave do ponto de venda à medida que eles acontecem, como fluxo de pessoas, taxa de permanência, zonas mais acessadas e variações no comportamento de compra.

Essas informações permitem ajustes rápidos na operação e com isso, a tomada de decisão se torna mais ágil.

Avanço que exige um novo olhar sobre o ativo

Para o setor imobiliário comercial, localizações estratégicas deixam de ser apenas geográficas e passam a ser também digitais: centros comerciais que geram dados, que permitem análise de desempenho em tempo real e que oferecem suporte à inovação operacional se tornam mais competitivos.

Além disso, o varejo em 2026 valoriza ambientes capazes de dialogar com soluções de geolocalização e analytics externos, o que reforça a importância da inteligência territorial na escolha de onde implantar ou expandir uma operação. 

A proximidade com polos geradores de tráfego, facilidade de acesso e densidade populacional permanecem relevantes, mas agora são avaliados também sob o prisma da capacidade de gerar dados acionáveis.

3. Omnicanalidade como base da experiência integrada

No varejo em 2026, a omnicanalidade deixa de ser um diferencial e passa a ser uma premissa básica para marcas que desejam manter competitividade. O consumidor não diferencia mais o que é digital ou físico, ele apenas espera que tudo esteja conectado, acessível e funcional. Isso exige uma estrutura que integre sistemas de estoque, logística reversa, canais de atendimento e meios de pagamento em tempo real.

Para centros comerciais, o reflexo dessa tendência é claro: cresce a demanda por espaços adaptáveis a operações híbridas, com áreas de retirada (pick-up points), lockers inteligentes e zonas de apoio para entregas rápidas. 

4. Eficiência operacional ganha protagonismo no varejo em 2026

Com margens mais apertadas e aumento dos custos logísticos e operacionais, a eficiência se torna um pilar estratégico no varejo em 2026. Lojas passam a adotar soluções que otimizam tempo e recursos, como self-checkouts, sensores de consumo energético, integração com ERPs e tecnologias que automatizam processos repetitivos.

Para centros comerciais, isso se traduz em uma nova exigência de infraestrutura: imóveis mais modernos, energeticamente eficientes e capazes de reduzir o custo fixo de ocupação para os operadores.

5. Humanização da experiência e conexão com o entorno

Apesar do avanço da tecnologia, o consumidor de 2026 valoriza marcas que oferecem atendimento empático, ambientes acolhedores e experiências com identidade local. O varejo de vizinhança, nesse contexto, ganha força como um espaço de conexão, não apenas de consumo.

No varejo em 2026, pontos comerciais que promovem conforto, serviço qualificado e relacionamento próximo com a comunidade local tendem a gerar maior frequência e engajamento. A curadoria do mix, o atendimento presencial e a ambientação tornam-se componentes centrais na construção da preferência do cliente.

O que o varejo em 2026 exige do setor imobiliário

O varejo em 2026 impõe novos parâmetros para o desenvolvimento e a ocupação de ativos comerciais. Mais do que localização, o mercado passa a exigir inteligência urbana, infraestrutura compatível com inovação e capacidade de adaptação às dinâmicas operacionais do varejo contemporâneo.

Para a DCL Real Estate, isso significa projetar empreendimentos que conectam estratégia, dados e contexto. A leitura de comportamento de consumo, mobilidade urbana e vocação local é o ponto de partida para desenvolver espaços que não apenas recebem operações, mas potencializam o desempenho.

Quer entender como preparar seu centro comercial para o varejo em 2026? Fale com os consultores da DCL Real Estate.

cadeias regionais

Cadeias regionais e a força das marcas locais no varejo brasileiro

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As cadeias regionais têm conquistado protagonismo no setor varejista nacional. Segundo estudo da McKinsey, essas marcas locais estão entre os destaques da transformação do varejo alimentar, especialmente nos últimos seis anos. O levantamento mostra que, entre as 20 principais redes de menor porte, o crescimento médio anual chegou a 20%, superando, inclusive, muitas redes tradicionais de abrangência nacional.

Esse movimento ocorre em um contexto em que o consumidor valoriza não apenas preço, mas também conveniência, personalização e experiência. Grandes redes continuam importantes, mas são as marcas locais bem estruturadas que vêm ocupando territórios estratégicos com velocidade, eficiência e profundidade de relacionamento com o público.

Crescimento das cadeias regionais e mudanças estruturais no varejo alimentar

O mesmo estudo da McKinsey aponta que a participação dos atacarejos no faturamento do setor saltou de 27% para 46%, em apenas seis anos. Enquanto isso, os hipermercados perderam relevância, representando hoje apenas 11% do mercado.

Neste cenário, as cadeias regionais se destacam por sua capacidade de adaptação rápida, especialmente diante da fragmentação do consumo. Em vez de competir diretamente com as grandes redes, elas atuam de forma complementar, explorando nichos específicos, fortalecendo parcerias locais e construindo modelos de atendimento altamente customizados.

De acordo com Andrea Eboli, CEO da EDR, a segmentação atual do varejo é uma resposta ao comportamento do consumidor, que busca economizar no essencial e investir no que gera conveniência e prazer. 

O papel das cadeias regionais na evolução do mercado regional

O avanço das cadeias regionais também pode ser atribuído à expansão de formatos diversificados de lojas. Muitos grupos locais passaram a operar não apenas com supermercados de bairro, mas também com:

  • Atacarejos: ganharam força por oferecer preços competitivos e passaram a atender diferentes classes sociais;

  • Lojas gourmet: voltadas a alimentos frescos, itens premium e públicos com maior poder de compra;

  • Lojas de conveniência: altamente adaptadas ao ritmo urbano e integradas a soluções digitais de entrega rápida.

Cadeias regionais e pontos comerciais estratégicos

O desempenho dessas redes locais também está fortemente associado à qualidade dos pontos comerciais ocupados. Sendo assim, a escolha do local de implantação tem sido cada vez mais criteriosa, com foco em:

  • Alta densidade de consumo;
  • Facilidade de acesso logístico;
  • Infraestrutura moderna e adaptável;
  • Possibilidade de operação omnichannel.

Esse último ponto é fundamental! Afinal, com a consolidação do consumo digital, mesmo as redes locais passaram a integrar canais físicos e online. Seja por meio de aplicativos próprios, seja por meio de marketplaces e entregas via plataformas parceiras.

A conveniência como diferencial competitivo

Um dos pilares desse crescimento é a proximidade. Segundo o mesmo estudo, o segmento de lojas de conveniência registrou cerca de 1.000 novas unidades em 2024, especialmente nas áreas metropolitanas. Para as cadeias regionais, que conhecem profundamente o comportamento do consumidor local, esse é um diferencial natural.

O consumidor atual busca soluções rápidas e fáceis: comprar um lanche no caminho do trabalho, receber um pedido de supermercado em 15 minutos, ou retirar um item específico no fim do dia.

A visão da DCL Real Estate sobre as cadeias regionais

Na DCL, acompanhamos com atenção os movimentos que envolvem as cadeias regionais e seu papel transformador no varejo. Como parceira estratégica de expansão, compreendemos que marcas locais bem estruturadas precisam de espaços que ampliem sua performance, e não apenas de metros quadrados disponíveis.

Nos últimos meses, vimos esse movimento se materializar com a inauguração das operações das bandeiras Festval Juvevê e Praça Osório e com as novas unidades do Super Muffato Jardim das Américas, Xv de Novembro e Comendador Araújo, todas na cidade de Curitiba.São exemplos claros de redes regionais que cresceram com consistência, transformando seus formatos e qualificando o varejo nas áreas em que atuam.

Acreditamos que, ao conectar inteligência imobiliária à dinâmica regional, contribuímos para fortalecer marcas, impulsionar o desenvolvimento urbano e aproximar o consumo de quem realmente faz parte do território.

Fale conosco e conheça nossas soluções personalizadas para locação comercial varejista.  

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