Como a Internet das Coisas pode revolucionar a logística

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O potencial de conexão apresentado pela Internet das Coisas é uma tendência que está cada dia mais próxima da realidade. Ela propõe que objetos do dia a dia, como eletrodomésticos e carros, estejam conectados à internet e, a partir dessa conexão, tornem-se dinâmicos e capazes de realizar atividades além de suas funções básicas.

De acordo com o relatório de tendências do DHL, até 2020 é estimado que mais de 50 bilhões de objetos estejam conectados à internet. Para o setor logístico, a Internet das Coisas apresenta uma oportunidade de ganhos de até 1,9 trilhão de dólares.

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A Internet das Coisas torna os objetos conectados em participantes ativos nos processos de logística. Eles podem enviar, receber, processar e armazenar informações dos sistemas utilizados pelas empresas para gerenciar estoques e processos de frete, o que dá mais agilidade e confiança nas operações.

As novas funções estão em diversos pontos da cadeia de processos logísticos, desde controle de estoque nos pallets a inovações nos sistemas de entregas. Além disso, a Internet das Coisas também atuará na prevenção de acidentes e dará mais segurança aos trabalhadores. Veículos conectados, como caminhões ou carros de entrega, serão capazes de diagnosticar problemas na própria estrutura e até mesmo cansaço de motoristas, sugerindo pausas e outras ações para evitar acidentes.

Outras oportunidades que a Internet das Coisas oferece para a logística são:

  • Maior transparência, rastreamento e confiança nas operações logísticas;
  • Maior eficiência operacional e redução de custos;
  • Monitoramento em tempo real dos itens, que pode melhorar a qualidade do serviço, prevenir roubos, extravios e estragos nas mercadorias;
  • Criação de serviços de entrega mais dinâmicos e customizados para os consumidores.

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Imóvel da DCL Real Estate recebe loja Festval

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Categorias: DCL

HeAxPHpPUma nova loja da rede de supermercados Festval será aberta em Curitiba em imóvel que faz parte do portfólio da DCL Real Estate.

O imóvel escolhido está localizado no Bigorrilho, área bem-localizada​, com 1.201 m² ​de ABL e 5.738 ​m² ​de área construída. O bairro ainda não possui lojas da rede, que já está consolidada na cidade como uma das principais opções de mercado. A nova unidade faz parte da ampliação das lojas Festval, que deve ter sete lojas na capital até o fim de 2016.

As reformas e adaptações no imóvel já estão em andamento e a previsão é que as operações tenham início no segundo semestre de 2016.

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D-ESPAÇO oferece praticidade para empresas que utilizam coworkings

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Categorias: D-ESPAÇO

O trabalho em escritórios compartilhados, os famosos coworkings, já é considerado um modelo eficiente, ágil e que promove a interrelação entre os participantes. No entanto, a falta de espaço no escritório, para quem trabalha com vendas de produtos, ou mesmo para armazenar documentos e outros materiais, é um desafio. O self storage aparece como parceiro nesse novo formato de negócio, além de garantir facilidade no acesso, segurança e tranquilidade ao usuário.

Proprietário da Bupper, agência de consultoria em vendas, Diego Campestrini trocou o escritório tradicional pelo coworking há oito meses. Devido ao trabalho, não são poucas as vezes que ele chega ao local após às 22h e precisa sair às 2h, na madrugada. Apesar da vantagem que obteve ao aderir ao escritório compartilhado, em que mais de 30 pessoas físicas e jurídicas estão instaladas, Campestrini encarou como problema o espaço reduzido.

Foto: Priscilla Fiedler

Na D-ESPAÇO também há oito meses, Campestrini destaca a facilidade em usar o self. “Eu utilizo material de cenário e material de vitrine, de decoração, e no coworking não há lugar para guardar tudo isso. Na D-ESPAÇO, tenho segurança e posso entrar a hora que eu quiser, sem risco nenhum”.

 Vivian Kadowaki, sócia da empresa Marketing +, também atua em um coworking e sofreu do mesmo problema de falta de espaço. “Tenho muito material e, hoje, manter um escritório para guardar essas coisas é muito caro”, conta. O antigo escritório exigia um “sacrifício” muito grande em relação à logística. “O nosso escritório era no terceiro andar e, como eu trabalho com muito objeto promocional, era muito difícil. Os carregadores reclamavam muito, tinha que ocupar o elevador para entrar e sair do prédio. Na D-ESPAÇO, tenho uma ótima estrutura para armazenar o que preciso, meu sócio, que é de fora da cidade, elogiou muito o self”.

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