Open Malls

Open Malls: Uma oportunidade estratégica para atrair a Geração Z ao varejo

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Os Open Malls estão ganhando destaque como um modelo de negócios inovador que combina experiências autênticas, sustentabilidade e conveniência. Esse formato atrai especialmente a Geração Z, uma parcela crescente de consumidores que valoriza autenticidade e ambientes que promovem bem-estar. Para empresários e investidores, os Open Malls representam uma oportunidade estratégica de alinhar tendências de consumo às demandas do mercado imobiliário e de varejo.

Com um conceito que une espaços abertos, integração com a natureza e um mix diversificado de lojas e serviços, os Open Malls criam um ambiente que amplia o fluxo de consumidores e a permanência nos espaços comerciais, gerando resultados concretos para lojistas e empreendedores.

O que são Open Malls e como eles se diferenciam?

Os Open Malls são centros comerciais projetados com espaços abertos, ao contrário dos shoppings tradicionais, que possuem corredores fechados e climatizados. Esse modelo privilegia iluminação natural, ventilação cruzada e conexão com a natureza, reduzindo custos operacionais e promovendo sustentabilidade.

Para investidores e lojistas, esses diferenciais se traduzem em maior atratividade do espaço e aumento do fluxo de consumidores, que enxergam nos Open Malls uma combinação perfeita entre conveniência e qualidade de vida.

Por que os Open Malls atraem a Geração Z?

  1. Experiências autênticas e personalizadas A Geração Z busca mais do que produtos: eles querem experiências únicas. Para lojistas e empreendedores, isso significa criar ambientes que combinem funcionalidade e inspiração, como eventos culturais e feiras gastronômicas. Essas iniciativas não apenas atraem clientes, mas também fidelizam consumidores ao oferecer momentos memoráveis.
  2. Sustentabilidade como diferencial competitivo Este público prioriza marcas e espaços que adotam práticas sustentáveis. Para empresários, os Open Malls oferecem oportunidades para implementar soluções ecológicas, como painéis solares e reaproveitamento de água, que além de reduzir custos, geram valor percebido pelos clientes.
  3. Conveniência e acessibilidade A facilidade de acesso e a circulação intuitiva nos Open Malls são vantagens que ampliam a frequência de visitas. Estacionamentos bem localizados e conexões estratégicas com o transporte público criam um ambiente ideal para consumidores que buscam praticidade no dia a dia.

Como investir em Open Malls para atrair a Geração Z?

Se sua empresa deseja se posicionar como referência em Open Malls, aqui estão estratégias que combinam inovação e resultados:

  1. Diversificação no mix de lojas Ofereça uma combinação equilibrada entre grandes marcas e negócios locais. Além disso, inclua espaços para coworking, academias e cafeterias que priorizem o design e a experiência do cliente.
  2. Criação de espaços instagramáveis Ambientes que incentivem o compartilhamento de fotos geram engajamento nas redes sociais e ampliam a visibilidade do Open Mall, aumentando o fluxo de consumidores.
  3. Eventos culturais e gastronômicos Promova eventos regulares, como feiras de produtores locais e mostras de arte, que transformem o espaço em um ponto de encontro para a comunidade.
  4. Tecnologia e conectividade A integração entre os canais físicos e digitais é essencial. Ofereça aplicativos para reservas, lockers inteligentes para retirada de compras online e experiências omnichannel, onde o consumidor transite entre o digital e o físico sem barreiras.
  5. Integração com a natureza Invista em áreas verdes que promovam bem-estar, como jardins interativos e espaços planejados para convivência. Essas áreas não apenas aumentam o apelo do espaço, mas também contribuem para um diferencial competitivo.

Open Mall e DCL Real Estate

Os Open Malls representam o futuro do varejo ao atender às demandas de uma nova geração de consumidores. Para empresários e investidores, eles oferecem uma oportunidade de alinhar inovação e sustentabilidade com resultados financeiros.

Com mais de 100 anos de história, a DCL Real Estate é especialista no desenvolvimento de empreendimentos que unem tecnologia, sustentabilidade e experiência do cliente. Nosso portfólio inclui projetos como o Open Mall Xaxim, que já é referência no mercado.

Quer transformar seu projeto em um sucesso? Conte com a DCL Real Estate para criar empreendimentos que conectem marcas e consumidores de maneira única, garantindo competitividade e inovação no mercado imobiliário.

Galerias comerciais para pequenos lojistas: 6 motivos para investir

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Pequenos e médios lojistas enfrentam desafios diários para manter a competitividade no mercado. Afinal, os custos operacionais elevados, a necessidade de atrair clientes e a adaptação às demandas do consumidor moderno exigem estratégias inteligentes. Nesse cenário, as galerias comerciais surgem como uma solução eficiente, acessível e de grande potencial para lojistas que buscam crescimento sustentável e visibilidade de mercado.

Mas o que torna as galerias comerciais tão atrativas? Neste artigo, vamos mostrar os principais benefícios dessa estratégia e como ela pode trazer excelentes resultados.

O que são galerias comerciais?

Antes de tudo, é importante entender o conceito. Galerias comerciais são empreendimentos imobiliários compostos por uma variedade de lojas de diferentes segmentos que compartilham um mesmo espaço físico. Diferente dos shopping centers, as galerias geralmente têm custos operacionais mais baixos e oferecem estrutura mais enxuta, mas nem por isso menos eficiente.

A localização privilegiada, o ambiente de fluxo constante de pessoas e o acesso a um mix de lojas complementares tornam esse modelo uma escolha certeira para pequenos e médios lojistas. 

6 motivos para investir em galerias comerciais

Se você já pensou em abrir ou expandir o seu negócio, uma galeria comercial pode ser o ponto de virada que faltava. Conheça seis motivos principais para fazer esse investimento e sair à frente da concorrência.

1. Custos operacionais mais baixos: economia inteligente

Se você é um pequeno ou médio lojista, sabe o quanto o custo fixo do aluguel pesa no orçamento. Abrir uma loja de rua ou um ponto em shopping center pode ser caro e exigir investimentos iniciais elevados, além de taxas de condomínio e manutenção que, muitas vezes, fogem do controle.

Nas galerias comerciais, o cenário é bem diferente. Aqui, as taxas de condomínio e de manutenção são divididas entre todos os lojistas, o que dilui os custos. Isso permite que o lojista foque no crescimento do seu negócio, em vez de preocupar-se com despesas que não agregam diretamente ao faturamento.

Além disso, o custo de entrada é mais acessível, já que as galerias costumam exigir menos garantias e possuem taxas de luvas mais baixas (ou inexistentes) em relação a outros tipos de empreendimento. Isso facilita o acesso de pequenos empreendedores e permite rápida ocupação dos espaços disponíveis.

2. Localização estratégica: sua loja onde o cliente está

Outro ponto fundamental para o sucesso de qualquer negócio é a localização. Não adianta ter uma loja bem equipada se o público não passa por lá, certo? Nesse quesito, as galerias comerciais dão show de eficiência.

Elas são estrategicamente localizadas em regiões de grande fluxo de pessoas, como centros comerciais, bairros movimentados ou áreas próximas a estações de transporte público. Isso garante a exposição contínua da sua marca, já que a circulação de pessoas no local acontece de forma natural.

Diferente de uma loja de rua, que depende exclusivamente do fluxo de pedestres em frente ao seu ponto, as galerias comerciais geram tráfego orgânico interno, no qual o cliente circula para explorar várias lojas no mesmo ambiente. Isso aumenta as chances de o seu negócio ser visto e, claro, de realizar mais vendas.

3. Mix de lojas: a união faz a força

Se você já visitou uma galeria comercial, percebeu que o ambiente conta com uma diversidade de lojas de diferentes segmentos. Pode parecer um detalhe simples, mas isso tem enorme impacto nas vendas.

O conceito de “mix de lojas” permite que as operações se complementem. Pense em um cliente que entra para cortar o cabelo e, ao sair, percebe uma loja de presentes ou uma cafeteria. Ele pode acabar comprando algo que nem planejava. Essa sinergia entre as operações potencializa as vendas de todos os lojistas. 

4. Flexibilidade e adaptação ao mercado

O mercado muda rápido, e quem não se adapta fica para trás. Felizmente, as galerias comerciais oferecem uma flexibilidade que outros formatos não conseguem.

Enquanto o lojista de rua está preso a contratos rígidos e mudanças demoradas, nas galerias comerciais a adaptação é mais ágil. O ambiente é pensado para facilitar trocas de layout, reposicionamento de vitrines e até mudanças de loja de forma mais rápida. Isso é fundamental em tempos de transformação digital e tendências de mercado em constante mudança.

Outro ponto que merece destaque é a integração omnichannel. Muitos lojistas estão investindo no conceito de “phygital” (físico + digital), no qual o cliente pode comprar online e retirar na loja física. Nas galerias, isso é perfeitamente viável. O cliente pode retirar produtos de forma prática e segura, o que agrega valor à experiência de compra.

5. Marketing coletivo: mais clientes sem investir tanto

Uma das maiores dores dos lojistas é a divulgação. Pagar anúncios no Google ou nas redes sociais pode ser caro e não é sempre que traz o retorno esperado. Mas, em uma galeria comercial, a coisa muda de figura.

Os lojistas podem se unir para ações de marketing coletivo, como promoções sazonais, datas comemorativas e eventos no local. Isso faz com que o custo de divulgação seja dividido entre todos, enquanto o impacto é coletivo. É uma verdadeira estratégia de “ganha-ganha”.

Outro ponto interessante é o “efeito manada”. Quando um cliente vai a uma loja e vê o movimento de outras lojas na galeria, a sensação de “fervor comercial” se instala. Ele sente-se mais inclinado a explorar o espaço e, possivelmente, comprar. 

6. Crescimento sustentável e escalável

Para quem busca expansão, as galerias comerciais também oferecem um grande diferencial. Aqui, o lojista pode começar com um espaço pequeno e, conforme o negócio cresce, expandir para um espaço maior na própria galeria ou em outra unidade.

Além disso, o custo controlado e o fluxo de pessoas constante tornam o crescimento sustentável e menos arriscado. Se a economia está em crise, você tem a segurança de um ponto comercial que já atrai o público naturalmente, sem depender exclusivamente de anúncios ou de um grande investimento de marketing.

Dica DCL: a hora de investir em galerias comerciais é agora!

Se você chegou até aqui, já deve ter percebido que as galerias comerciais são uma escolha estratégica para pequenos e médios lojistas. Elas oferecem custos operacionais mais baixos, localização privilegiada, flexibilidade, visibilidade e a possibilidade de beneficiar-se com ações de marketing coletivo.

Além disso, o ambiente compartilhado e o fluxo de pessoas constante proporcionam uma vantagem competitiva difícil de encontrar em outros modelos de negócio. Para quem busca crescimento sustentável, as galerias comerciais são, sem dúvida, uma das melhores opções no mercado atual.

Se você ainda tem dúvidas sobre como dar esse passo, entre em contato com a DCL Real Estate. Nossa equipe está pronta para ajudar você a encontrar a galeria comercial ideal para o seu negócio e transformar seu sonho de expansão em realidade.

Tendências do varejo para 2025: análise para o próximo ano

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Com a rápida evolução tecnológica, as mudanças significativas no comportamento do consumidor e a crescente busca por sustentabilidade, as tendências do varejo para 2025 apontam para transformações profundas e estratégicas.

Mas, afinal, o que realmente vai mudar? Tecnologias imersivas, personalização de ofertas e consumo consciente são apenas algumas das frentes que irão moldar o futuro. Com base em artigos, pesquisas e relatórios de referência de várias empresas, elaboramos uma análise detalhada das principais tendências do varejo para 2025 e de como as empresas podem se preparar para elas.

1. Experiências de compra híbridas

Se tem algo que veio para ficar, é a fusão dos canais online e offline. A omnicanalidade será uma obrigação no varejo de 2025. Segundo a McKinsey, as empresas que adotam uma estratégia omnichannel aumentam as vendas em até 30%. Isso porque os consumidores querem flexibilidade e conveniência, seja comprando online para retirar na loja (click and collect) ou experimentando virtualmente antes de comprar.

Além disso, a tecnologia de realidade aumentada (AR) será ainda mais explorada. Lojas de moda, por exemplo, permitirão que o cliente “vista” roupas virtualmente antes de fazer a compra. Empresas como IKEA (aplicativo IKEA Place) e Sephora (Sephora Virtual Artist) já oferecem essa experiência por meio de aplicativos de AR, mas a tendência é que isso se expanda para outros setores.

Outro exemplo relevante é o conceito de “lojas phygital” (físico + digital), nas quais o cliente pode interagir com telas digitais e terminais de autoatendimento dentro das lojas físicas. O objetivo? Tornar a jornada do consumidor mais fluida e ágil.

2. Consumo consciente e sustentabilidade

Sustentabilidade não é mais uma escolha, é uma necessidade. Os consumidores estão cada vez mais preocupados com o impacto ambiental das suas compras. De acordo com uma pesquisa de 2022 realizada pelo Instituto Akatu e Globe Scan, 55% dos consumidores globais preferem comprar de marcas que adotam práticas sustentáveis. Essa é uma das grandes tendências do varejo para 2025 e que está forçando as empresas a reverem toda a cadeia de produção. 

O que muda no varejo?

  • Logística reversa: as empresas terão que facilitar o retorno de produtos e a reciclagem de embalagens.
  • Moda circular: o conceito de “alugue e devolva” está se popularizando, especialmente no setor de moda. A H&M já iniciou projetos de aluguel de roupas, como o piloto lançado em sua loja de Estocolmo. Enquanto isso, a C&A tem focado em práticas de moda circular, investindo em coleções sustentáveis e na produção de peças com menor impacto ambiental.
  • Produção ética e transparente: o consumidor quer saber de onde vêm os produtos que ele compra. Isso inclui rastreamento da cadeia de suprimentos e informações claras sobre a origem dos insumos.

Outra mudança significativa será a taxação de empresas que não cumprem metas ambientais, algo que já está sendo implementado na Europa. No Brasil, a pressão para adoção de práticas ESG (ambiental, social e governança) também está aumentando, especialmente por parte dos investidores.

3. Personalização por meio de dados: tendências do varejo para 2025 e mais

Quem entende o cliente, vende mais. Em 2025, os varejistas utilizarão cada vez mais os dados dos consumidores para oferecer experiências personalizadas e direcionadas. Isso já acontece em plataformas de e-commerce, mas a personalização também está chegando ao mundo físico.

Empresas como Amazon e Walmart estão desenvolvendo algoritmos que personalizam as vitrines digitais de acordo com o histórico de compras do usuário. No mundo físico, isso se traduz em lojas com “prateleiras inteligentes” que destacam produtos de interesse do consumidor.

Além disso, o conceito de recomendações preditivas será um diferencial. Imagine entrar em uma loja e receber sugestões de produtos em tempo real por meio de um aplicativo no seu celular. Isso já é uma realidade na Nike e na Zara, que utilizam a inteligência artificial para entender o perfil de consumo dos seus clientes.

4. Automatização e uso de inteligência artificial (IA)

A automação de processos será um divisor de águas para o setor de varejo. A inteligência artificial não estará apenas nas vendas, mas em toda a operação de ponta a ponta.

No estoque, a IA será usada para prever a demanda e evitar excesso de produtos parados. Segundo a McKinsey, empresas que adotaram essa prática reduziram em até 30% os custos de inventário. Isso significa menos produtos encalhados e mais agilidade para reabastecer prateleiras.

Além disso, as lojas inteligentes (smart stores) vão se multiplicar. Um exemplo real é a Amazon Go, onde o cliente entra, escolhe os produtos e sai sem passar pelo caixa. O pagamento é automático e realizado via reconhecimento de imagem e sensores de peso nas prateleiras.

5. Social commerce e influenciadores digitais

As redes sociais já se consolidaram como grandes “shopping centers” globais, permitindo que os usuários descubram e adquiram produtos diretamente em plataformas como Instagram, TikTok e Facebook. 

Recursos como o Instagram Shopping e as transmissões ao vivo de vendas no TikTok estão transformando o e-commerce, integrando a experiência de compra ao ambiente social. Estudos indicam que o social commerce deve atingir um valor de mercado de US$ 1,2 trilhão até 2025, refletindo seu crescimento acelerado e a expectativa de maior adoção nos próximos anos.

Nesse cenário, os influenciadores digitais têm um impacto significativo nas decisões de compra. Eles aumentam a visibilidade das marcas e impulsionam as vendas, especialmente em transmissões ao vivo. Americanas e Magalu, por exemplo, já utilizam influenciadores para potencializar o alcance e as vendas.

6. Formas de pagamento

Pagamentos rápidos e sem atrito serão o padrão em 2025. Os consumidores querem opções que ofereçam agilidade e segurança. Algumas tendências que têm se destacado e vão se manter nesse setor são:

  • Carteiras digitais: Apple Pay, Google Pay, Pix e outras soluções de pagamento por aproximação.
  • Pagamentos por biometria: sua impressão digital ou até mesmo o reconhecimento facial poderão ser utilizados como forma de pagamento. A Amazon já está testando essa tecnologia em suas lojas físicas.
  • Créditos instantâneos e “compre agora, pague depois” (BNPL): essa modalidade está crescendo, especialmente entre os jovens, permitindo o parcelamento sem o uso de cartões de crédito tradicionais.

A facilidade no pagamento será um dos principais fatores de decisão de compra no futuro. Empresas que apostarem nesse diferencial terão uma vantagem competitiva.

Tendências do varejo para 2025: prepare-se com a DCL

O varejo está em plena transformação, e as tendências para 2025 apontam para um mercado mais digital, sustentável e focado na experiência do cliente. Nesse cenário, a DCL Real Estate pode ser uma aliada estratégica para lojistas que desejam se adaptar a essas mudanças

Com soluções em espaços comerciais modernos e bem localizados, a DCL oferece infraestrutura e suporte para que o varejista acompanhe as novas demandas do mercado. Entre em contato com nossos especialistas e garanta a competitividade e lucratividade de sua marca.

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