Como a gestão de estoque impacta nas estratégias de precificação?

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Uma gestão de estoque feita com método e estratégia traz equilíbrio para o ciclo de movimentação de mercadorias e evita perdas e prejuízos. Consequentemente, ela impacta no preço de venda final dos produtos e nos lucros da organização.

Se a sua empresa ainda não faz o controle de estoque, está na hora de mudar isso. Neste artigo vamos mostrar como ele é importante para resultados positivos e dicas que vão ajudar a realizar essa gestão com eficiência. 

O que é uma boa gestão de estoque?

Uma boa gestão de estoque é aquela que traz equilíbrio para o processo de compra, armazenamento e entrega de mercadorias, permitindo o controle de sua entrada e saída.

Além disso, ela faz com que os prazos de pagamento de fornecedores e os recebimentos dos clientes sejam compatíveis.  Com isso, sua empresa passa a ter uma excelente movimentação do ciclo de mercadorias, contas em dia e um caixa sempre saudável.

Como o controle do estoque pode melhorar os resultados de seu negócio?

O controle de estoque faz com que a atenção esteja voltada ao fluxo dos produtos e fornece informações importantes, por exemplo o hábito de consumo de seus clientes. 

Com elas, é possível definir estratégias para melhorar os resultados de seu negócio, como fazer promoções ou negociar preços mais baixos em compras maiores. Aliado a um bom processo logístico, o controle de estoque pode ser o diferencial entre ter lucros ou  prejuízos.

Por que o controle do estoque impacta na precificação?

A forma como o estoque é armazenado e gerenciado pode potencializar o giro das mercadorias, reduzir perdas e desperdícios.  

Com este controle minucioso, sua empresa saberá, por exemplo, o que está disponível em estoque, qual o preço praticado de cada produto e quais são os custos envolvidos no processo de armazenamento. Tudo isso impacta na formação do preço final. 

No entanto, é preciso usar métodos eficazes para garantir que o controle entregará os resultados que seu negócio procura e precisa. De todos os métodos existentes, apenas três são aceitos pela Receita Federal.

1. Custo Médio

O Custo Médio é conhecido também como MPM (Média Ponderada Móvel). Ele é usado para encontrar o custo médio por produto e calcular os impostos que sua empresa deve pagar. A fórmula é simples: some o valor dos produtos em estoque ao valor dos novos produtos e divida pelo total de mercadorias. 

2. UEPS

A sigla é um acrônimo para “Último a Entrar, Primeiro a Sair”. Esse método prioriza a saída das mercadorias que entraram no estoque por último, pois considera que elas são mais caras do que as que já estavam lá.  Por motivos óbvios, ele não é aplicável a empresas que comercializam perecíveis.

3. PEPS

O PEPS é o contrário do UEPS, ou seja, o “Primeiro que Entra, Primeiro que Sai”. Ele é um dos métodos de gestão de estoque mais usados, pois ajuda a reduzir desperdícios, principalmente em segmentos que trabalham com perecíveis.  

Quais são os métodos mais usados para fazer a gestão interna?

Além dos métodos aceitos pela Receita Federal, existem dois que se destacam por contribuírem para a otimização das operações e o desempenho da empresa. 

Giro de estoque

O giro de estoque é um dos indicadores de desempenho mais importantes para a gestão do estoque, pois com ele é possível identificar o desempenho da empresa em um determinado período e o fluxo de mercadorias.

O cálculo é feito com base na capacidade de armazenagem e na saída dos produtos. Veja um exemplo:

Imagine que sua empresa armazene 4.000 filtros de linha e venda 60.000 filtros por ano. Neste caso, são 15 giros anuais a cada 24 dias, em média. Com essa informação é possível, por exemplo, programar a reposição do estoque e conseguir preços melhores.

Curva ABC

A Curva ABC é outro  método de gestão de estoque bastante usado. Ele usa fatores como giro, faturamento e lucratividade para classificar produtos em três categorias:

  • Classe A – Itens com alta prioridade: 20% dos produtos e representam 80% das vendas;
  • Classe B – Itens considerados valiosos: 30% dos produtos e representam de 15% a 25% das vendas; 
  • Classe C – Itens restantes: 50% dos produtos e representam de 5% a 10% das vendas.

Este método pode otimizar a operação, pois traz mais conhecimento sobre o giro de estoque e a relevância de cada produto.

Como fazer uma gestão de estoque eficiente?

Como visto nos métodos apresentados, o controle do estoque fornece informações que ajudam na composição de seu preço de venda, ou seja, na precificação de produtos. Para que ele seja ainda mais eficiente, siga estas dicas:

 

  • Use um processo de recebimento de mercadorias que cheque a entrega de pedidos e verifique se eles estão corretos. 
  • Faça inventários regularmente e confirme as informações do sistema de controle de estoque.
  • Faça verificações diárias por amostragem, para detectar problemas e solucioná-los rapidamente.
  • Faça parcerias com fornecedores que ofereçam prazos de pagamento e produtos compatíveis com seu fluxo de caixa, giro de estoque e que permitam compras menores.
  • Tenha vários fornecedores para não ficar dependente de propostas que não estejam de acordo com a sua realidade.

Como a DCL pode melhorar a logística de sua empresa? 

Se seu negócio é uma start up e está começando, ou já é consolidado e está em expansão, fale conosco! 

Nós temos soluções que podem atender os mais diversos tipos de necessidades. Entre elas estão:

  • Locação: Galpões Logísticos, isolados ou em condomínios e Centros de distribuição, com ampla área de manobra, docas, piso industrial e elevado pé direito. Lojas e galerias comerciais, escritórios e prédios comerciais, construídos em pontos estratégicos com grande fluxo de pessoas e com alta visibilidade.

Built to Suit:  Projeto sob medida – Construção de empreendimentos imobiliários de acordo com as necessidades e especificações do cliente. Contratos de longo prazo em regiões privilegiadas da cidade.

Self Storage: Locação de espaços moduláveis para auto armazenamento com contratos de locação flexíveis e sem burocracia, até por breve período de tempo. Atendemos Pessoa Física ou Jurídica. 

O espaço ou a falta dele não é mais desculpa! Com a DCL sua empresa encontra o que precisa para fazer sua gestão de estoque com eficiência e segurança. Entre em contato com nosso time comercial e conheça tudo que a DCL tem para você.

Robôs e Inteligência Artificial são tendências para o varejo, e-commerce e indústria em 2023

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Já não é mais novidade que a automação de atividades por meio de robôs (RPA) e a Inteligência Artificial vieram para ficar e são grandes tendências para o varejo, o e-commerce e as indústrias. Em uma pesquisa realizada pela EY e BotCit, 66% das empresas pretendem aumentar o investimento em RPA para ganhar escala. E não é por acaso que essas tecnologias ganharam espaço e estão em evidência. O uso combinado de RPA e Inteligência Artificial possibilita a utilização de soluções como ChatGPT e GitHub Copilot, tornando possível automatizar processos mais complexos que envolvem interações humanas ou grandes volumes de dados. Ou seja, a empresa que investir em automação ganha tempo e recursos humanos para investir em estratégias, e ainda pode ter todas as vantagens geradas pela RPA.

Por falar nisso, tocamos em um ponto que gera bastante preocupação: robôs e humanos. Mais robôs significa diminuir a mão de obra humana?,Não necessariamente já que entre os principais objetivos da automação, como falei lá no início, é poder liberar o maior número de pessoas para as atividades estratégicas, desenvolvimento, pesquisa,  e assim aumentar a produtividade da equipe. Além disso, a RPA busca melhorar a experiência dos clientes, evitar erros críticos, fraudes e ganhar eficiência de escala. Mas, para isso, vale lembrar que será necessário cada vez mais na capacitação técnica das pessoas para que o RPA possa ter êxito e sucesso.  

A pesquisa da EY e BotCit também trouxe as principais tendências para a automação em 2023, a seguir vamos conferir algumas delas!

Em primeiro lugar, podemos dizer que a RPA caminha a cada dia para deixar de ser uma tendência e ser uma realidade cotidiana de empresas que querem crescer e se manter vivas no mercado cada vez mais competitivo. Hoje, a tecnologia ganha cada vez mais espaço e já se tornou uma prioridade nas estratégias e investimentos das empresas.

Ao ganhar prioridade estratégica, alcançando mais áreas e processos críticos nas empresas, as soluções precisam ser desenhadas para maior escalabilidade e segurança. Além disso, a implantação de estratégias relacionadas à infraestrutura, somada a processos automatizados cada vez mais sofisticados, requer colaboradores cada vez mais qualificados.

Como dito anteriormente, a crescente complexidade técnica em RPA necessita de uma equipe qualificada e que os projetos de automação sejam tratados de uma forma diferente, como “projetos de software”: com requisitos, validações e testes, regras, integrações e sustentação. 

Dentro das empresas, a hiperautomação vem sendo vista de uma forma mais ampla, envolvendo também RPA, Machine Learning, Processamento de Documentos e integração com plataformas de BPM (Business Process Management). Nesse cenário de maior complexidade técnica das automações, estamos acompanhando uma mudança para uma 2ª geração de RPA focada em Python, que atualmente tornou-se a linguagem mais utilizada globalmente.

Agora, uma vez que diferentes áreas passam a utilizar a automação cada vez com mais efetividade, com maior complexidade e implementadas em processos críticos, é essencial ter alternativas para obter governança sobre o shadow IT, assim como guidelines e ferramentas para orquestração e gestão dessas automações.

Todo esse dinamismo de demandas e das condições competitivas exigem arquiteturas modernas para automação de processos, proporcionando alocação dinâmica de recursos computacionais para ganho de escala, redução do tempo de execução e um modelo de custo mais otimizado de acordo com o uso.

Atualmente, muitos líderes estão optando por utilizar mais de uma ferramenta de automação, segmentando módulos e considerando as opções mais adequadas para cada especialidade, criando assim uma arquitetura multiplataforma. Um ambiente como esse evita que a empresa fique presa a uma tecnologia, aumenta o poder de negociação na aquisição de licenças, reduz custos e proporciona melhores soluções para cada caso.

Por fim, a Inteligência Artificial junto a RPA, trazem muito mais produtividade no desenvolvimento e flexibilidade para as automações. Sendo assim, soluções como ChatGPT são capazes de gerar códigos automaticamente utilizando tecnologias abertas, que vão aumentar a produtividade de equipes responsáveis por desenvolver soluções para a empresa.

As empresas que usam Inteligência Artificial e RPA estão vendo melhorias significativas em suas operações. Já parou para pensar nos benefícios que a automação pode trazer para o seu negócio? É claro que serão necessários alguns investimentos, mudanças e adaptações, mas já conseguimos perceber que agregar tecnologias ao dia a dia de uma empresa sem abrir mão da capacidade humana nos trará resultados que até então não seriam possíveis.

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Built to Suit: como funciona esse modelo de locação?

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O built to suit, ou BTS, é uma modalidade de locação que tem como foco atender empresas que precisam de um imóvel com características específicas “sob medida”. Dessa forma, diferentemente do desenvolvimento de imóveis para fins especulativos, o BTS é uma operação imobiliária que ocorre sob demanda. 

Na prática, a empresa desenvolvedora/locadora, em conjunto com o locatário, define o projeto, o escopo de obras, e responsabiliza-se pela construção do imóvel atendendo às características técnicas, logísticas e de segurança, por exemplo, que são necessárias para a operação do locatário. 

Em contrapartida, como retorno do investimento realizado e a remuneração pelo uso do imóvel, o locatário irá pagar à desenvolvedora/locadora um aluguel mensal ao longo do prazo de locação. Por tratar-se de uma operação específica, com características próprias acordadas entre as partes, como prazos, prefixação de perdas e danos de parte a parte, responsabilidades do locatário e da locadora, dentre outros, esta modalidade de contrato define-se como contrato atípico de locação. Uma das características mais marcantes deste tipo de negócio é seu prazo de vigência: comumente acima de 10 anos, podendo, de acordo com o projeto, viabilidades financeiras e tratativas negociais, chegar a 15, 20 ou, até mesmo, 25 anos de contrato. 

O built to suit pode ser um excelente negócio para empresas que buscam um imóvel com características específicas (logo, nem sempre disponíveis no mercado especulativo) e que precisam se instalar naquela localidade por um longo tempo. A vantagem é que elas não precisarão se descapitalizar, imobilizando seus recursos no “tijolo”, mas poderão usar o tempo e o capital no seu negócio e diluir o custo pelo uso do imóvel ao longo do prazo de contrato. Para a empresa desenvolvedora/locadora, também é uma operação interessante, pois garante fluxo de aluguéis constantes e certos ao longo do prazo de contrato, remunerando o investimento realizado. 

A DCL Real State é referência nesse tipo de solução imobiliária, possuindo em seu portfólio uma série de contratos built to suit para operadores de varejo nacionais e internacionais, para operadores de logística e indústria. 

No atacarejo construído na modalidade BTS, o cliente ocupa um espaço de aproximadamente 4 mil m². Além dessa operação, a Adega Brasil ocupa também 4 módulos no Armazém 3, vizinho à loja, ocupando quase 7 mil m²

Temos excelentes terrenos em localizações estratégicas para o desenvolvimento de seu negócio, e poderemos colocar à disposição toda a experiência para atender às necessidades da sua empresa. Conte conosco! 

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